iG - Internet Group

iBest

brTurbo

 

publicidade

ULTIMO SEGUNDO

 

iG BUSCA

enhanced by


Home > Notícia
  • Tamanho do texto
  • A
  • A

Oposição continuará a obstruir se governo editar mais MPs

17/03 - 19:15 - Agência Câmara

BRASÍLIA - Em reunião com o presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia, os líderes do DEM, Antonio Carlos Magalhães Neto (BA); do PSDB, José Aníbal (SP); e do PPS, Fernando Coruja (SC), declararam há pouco que vão manter a obstrução do Plenário. Segundo eles, a obstrução só será retirada se o governo aceitar o acordo de não enviar mais medidas provisórias enquanto não forem aprovadas as mudanças nas regras de tramitação. O deputado Leonardo Picciani (PMDB-RJ), que relata as propostas de alteração do rito das MPs, afirmou que a comissão especial deve votar seu parecer em 3 de abril.



Magalhães Neto avaliou que a aprovação das mudanças vai "salvar o primeiro semestre". "Com elas, poderemos votar na Câmara e no Senado uma série de projetos de interesse do País", apontou. Ele elogiou o envolvimento de Chinaglia nas negociações. "Está na eminência de virar uma crise institucional, por isso é essencial que o presidente da Câmara tenha protagonismo na tentativa de encontrar uma solução."

Representatividade
Segundo Chinaglia, o Congresso entende que o Executivo precisa de um instrumento legal para atender aos interesses do País, mas "isso não pode deixar a Câmara e o Senado sem condição de definir suas pautas". O presidente da Câmara disse que expôs as alternativas para as MPs em reunião com o presidente Lula nesta segunda-feira. O deputado contou que Lula está tranqüilo e entende que o Congresso precisa fazer valer sua representatividade.

No entendimento de Chinaglia, a preocupação do governo é difusa e tem a ver com a burocracia. Segundo ele, o governo se habituou junto com os ministros a propor medidas provisórias com uma facilidade que, a esta altura, "talvez tenha perdido um pouco da reflexão que deveriam ter, dado que as MPs trancam a pauta do Congresso". Para Chinaglia, o ideal é preservar o essencial, ou seja, o governo funcionar e o Congresso deliberar.





US Multimídia


Publicidade


Enquete