iG - Internet Group

iBest

brTurbo

 

publicidade

ULTIMO SEGUNDO

 

iG BUSCA

enhanced by


Home > Notícia
  • Tamanho do texto
  • A
  • A

Hospital das Clínicas de SP vê indícios de incêndio criminoso

06/03 - 09:03 - Agência Estado

Há indícios de sabotagem nos dois incêndios que ocorreram no prédio dos Ambulatórios do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da Universidade da São Paulo em 24 de dezembro e no início deste ano. Isso de acordo com Giovanni Guido Cerri, integrante do Conselho Deliberativo do HC, órgão que traça diretrizes e fiscaliza o maior hospital da América Latina.

As informações, segundo Cerri, foram apresentadas anteontem pelo superintendente, José Manoel Camargo Teixeira, durante reunião do conselho deliberativo.

Teixeira informou na reunião que, no primeiro incêndio, na véspera do Natal, fios estavam cortados e não havia água num reservatório próximo que seria utilizado pelos bombeiros e funcionários para debelar o fogo. Cerca de 4 mil consultas tiveram de ser remarcadas. Já na segunda ocorrência, registrada no fim de janeiro, um foco de fogo tomou a sala de endoscopia entre o 5º e 6º andares. De acordo com Cerri, foram achados elementos combustíveis que não deveriam estar no local.

No primeiro caso, em 24 de dezembro, além de fatores que indicariam o crime, outros podem ter se somado e dado origem ao fogo. Para Cerri, o caso demanda mais investigação. “No primeiro incêndio, não daria para excluir coisas que se somaram ao mesmo tempo”, explicou. Já sobre o segundo caso, Cerri foi taxativo. “Sem dúvida foi criminoso.”

De acordo com Cerri, não se discutiu quem seriam os responsáveis pelos supostos crimes nem foram apresentados laudos aos conselheiros, todos professores titulares de Medicina. Pelo menos três órgãos ligados ao governo estadual, a que o hospital está subordinado, investigam o caso: os bombeiros, a Polícia Civil e o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT).

Há também uma investigação da Prefeitura e do Ministério Público Estadual. A Secretaria de Segurança Pública informou que a Polícia Civil não recebeu nenhum laudo do Instituto de Criminalística e o caso está sob segredo de Justiça desde o início de fevereiro. As outras entidades não se pronunciaram. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo."





US Multimídia


Publicidade


Enquete