03/03 - 08:50 - Agência Estado
O Brasil abriu mão da candidatura de um especialista em direitos humanos para um alto cargo na Organização das Nações Unidas (ONU) para evitar ter de disputar votos com os demais países da América Latina. A decisão acaba garantindo a eleição de um cubano apoiado pelo governo de Havana para um posto de influencia em direitos humanos, além de um chileno e um mexicano.
Como parte da reforma das Nações Unidas, a entidade criou um órgão consultivo composto de 18 peritos, com a função de dar recomendações sobre direitos humanos à ONU. O Brasil havia indicado o ex-deputado Marcos Rolim para a primeira eleição, que ocorrerá para a criação desse órgão.
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Sistema jurídico penal precisa urgentemente de reforma em larga escala, diz relator da ONU