iG - Internet Group

iBest

brTurbo

 

publicidade

ULTIMO SEGUNDO

 

iG BUSCA

enhanced by


Home > Notícia
  • Tamanho do texto
  • A
  • A

Coronel da PM morto em SP tentou afastar 56 policiais

14/02 - 09:56 - Agência Estado

A abertura de 56 processos de demissão de policiais do 18º Batalhão da Polícia Militar foi o estopim que desencadeou as ameaças a oficiais na zona norte de São Paulo. O comando da PM só resolveu afastar das unidades policiais suspeitos de envolvimento com chacinas e achaques a traficantes na região depois do assassinato do coronel José Hermínio Rodrigues, ocorrido em 16 de janeiro.

Três PMs do 18º Batalhão foram presos e 20 policiais de quatro batalhões afastados.

No primeiro semestre de 2007, o tenente-coronel João Osório Gimenez Germano, comandante do 18º Batalhão, apontado como ponto de um grupo de extermínio, resolveu agir. Foi após a abertura dos processos de demissão que começaram as ameaças por telefone ao oficial. Indignado, Gimenez recorreu ao coronel Hermínio, seu superior. Ele levou Gimenez ao chefe da Corregedoria da PM, coronel José Paulo Menegucci. “A corregedoria não adiantou muita coisa, tanto que o Hermínio e o Gimenez foram pedir ajuda ao DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa)”, disse um oficial, colega de turma de Hermínio.

Dois delegados confirmaram que os coronéis procuraram a Polícia Civil e foram recebidos pela direção da Divisão de Homicídios. “A reunião ocorreu em nível da divisão. Não houve participação do diretor do departamento”, disse um delegado que trabalhava em 2007 no DHPP. No encontro, Gimenez relatou seus problemas e as ameaças. “Providências foram tomadas. Fizemos o que pôde ser feito, mas as coisas não dependiam só da gente”, disse o delegado.

Em junho, o tenente-coronel Gimenez deixou o 18º Batalhão e foi assumir o comando do 49º Batalhão, em Jundiaí, interior do Estado. Em janeiro, o tenente-coronel José Luiz Sanches Verardino, do 5º Batalhão, foi jurado de morte. Um major do batalhão enviou ao tenente-coronel Carlos José da Veiga, comandante interino da zona norte, um documentos sobre as ameaças. Em nota, a PM divulgou que “formalmente, não houve ameaça direta a qualquer oficial”. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo




US Multimídia


Publicidade


Enquete