24/01 - 12:39, atualizada às 15:12 24/01 - Redação
SÃO PAULO - O terceiro suspeito de furto no Masp, Moisés Manuel de Lima Sobrinho, 25, se entregou à polícia na manhã desta quinta-feira. Ele compareceu, acompanhado de seu advogado, à sede do Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado (Deic), na zona norte da capital, e, neste momento, presta esclarecimentos sobre o crime no museu.
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| Suepeito compareceu ao Deic hoje |
O delegado afirmou, na última semana, que as investigações continuriam mesmo depois que a polícia encontrasse Lima Sobrinho. Marcondes chegou a dizer que mudanças na aparência do suspeito poderiam dificultar a prisão dele. “A foto que existe tem um ano e talvez um pouco mais do que isso. Ele estaria um pouco diferente porque teria se envolvido com drogas".
"É questão de tempo até o prendermos", disse o delegado confiante. Dois suspeitos seguem presos pelo furto das obras "Retrato de Suzanne Bloch", de Pablo Picasso, e "O lavrador de café", de Candido Portinari, são eles Robson Jesus Jordão e Francisco Lopes Lima. Segundo Marcondes, encontrar o terceiro era um passo importante, mas não o último.
"O intuito é prender para esclarecer algumas coisas, mas a investigação não vai parar com a prisão dele", concluiu.
Busca ao 4º suspeito
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| 4º suspeito não tem passagem pela polícia |
A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP) divulgou, nesta terça-feira, a foto do quarto suspeito de furto no Museu de Arte de São Paulo (Masp), Alexandro Bezerra da Silva, 31. O aluguel da casa onde foram encontrados os dois quadros furtados estava no nome dele.
De acordo com a SSP, Silva, que não tem passagem pela polícia, prestou depoimento na semana passada e confirmou que havia alugado a casa e que sabia da existência dos quadros. Na segunda-feira, a polícia pediu a prisão dele, mas Silva não foi encontrado.
As obras "Retrato de Suzanne Bloch", de Pablo Picasso, e "O Lavrador de Café", de Candido Portinari, foram recuperadas no dia 8 deste mês. No mesmo dia, a polícia prendeu Francisco Laerton Lopes de Lima, de 33 anos, e Robson de Jesus Jordão, 32, no “cativeiro” em que os quadros estavam escondidos, em Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo.
O bando é apontado como executor de um plano arquitetado por mais uma ou duas pessoas, que teriam determinado quais obras deveriam ser subtraídas.
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