08/01 - 12:02 - Agência Estado
Técnicos das Gerências de Vigilância Ambiental e de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde (SES) de Minas Gerais vão investigar a morte de um mico no município de Cabeceira Grande, na região Noroeste do Estado, que pode ter sido vítima de febre amarela.
O governo de Minas Gerais ainda não confirmou se a morte ocorreu devido à doença, mas que nesses casos de mortes de primatas não humanos são desencadeadas ações para investigar a causa.
A confirmação depende do resultado de exames realizados a partir da análise das vísceras do animal, que vai ser realizado no Instituto Evandro Chagas, no Pará, referência nacional em febre amarela.
As equipes de epidemiologia e de zoonoses da Gerência Regional de Saúde (GRS) de Unaí irão acompanhar a situação a partir desta terça-feira.
Outra medida adotada pelo governo mineiro será alertar os municípios na região de Unaí sobre a doença e aumentar o programa de vacinação contra a febre amarela.
Segundo informações do site do governo de Minas, as cidades serão orientadas também sobre a vigilância de primatas não humanos e sobre a necessidade de informar as autoridades no caso de óbitos dos animais.Outra providência da equipe de entomologia da GVA será investigar se existem na região mosquitos dos gêneros haemagogus ou sabethes, transmissores da febre amarela silvestre.
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