iG - Internet Group

iBest

brTurbo

 

publicidade

ULTIMO SEGUNDO

 

iG BUSCA

enhanced by


Home > Notícia
  • Tamanho do texto
  • A
  • A

Múcio diz contar com 'amizade' do PSDB para ter CPMF

23/11 - 19:17, atualizada às 22:05 23/11 - Redação com Agência Estado

Após ser empossado hoje no cargo pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o novo ministro das Relações Institucionais, José Múcio Monteiro, reafirmou que dará continuidade ao trabalho de seu antecessor, Walfrido dos Mares Guia. O novo ministro vai se valer "da relação de amizade" com os integrantes do PSDB para conseguir a aprovação da prorrogação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF).

 

José Múcio informou, ainda, que antes de aceitar o cargo conversou com senadores do PTB e com o presidente do partido, Roberto Jefferson. "Temos uma conversa marcada para a próxima terça-feira, um jantar com a bancada do PTB", informou. Ontem, o PTB deixou o bloco de apoio ao governo no Senado Federal.

"Vamos tocar a vida. A equipe é a mesma, os problemas são mais do que conhecidos e vamos enfrentá-los procurando a ajuda das pessoas e com solidariedade", disse. O ato com a nomeação de José Múcio só deve ser publicado no Diário Oficial de segunda-feira.

O novo ministro ressaltou que é preciso honrar os compromissos assumidos. "O jogo está sendo jogado e jogado bem. Na verdade, tem de se administrar um trabalho que já vem sendo feito e muito bem feito, precisa dar continuidade às negociações, honrar os compromisso assumidos, manter a palavra nos acordos que foram firmados, para que dê confiança e respaldo para as novas conversas."

CPMF

Um dos maiores obstáculos que o governo Lula enfrenta refere-se à aprovação da proposta de emenda à Constituição (PEC) que prorroga a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) até 2011.

A matéria está tramitando no Senado. Para garantir os cerca de R$ 40 bilhões que o governo estima arrecadar com o imposto em 2008, é preciso aprová-la em dois turnos no plenário da Casa até o dia 31 de dezembro.

Múcio avaliou que, para conseguir aprovar a PEC no Legislativo, o governo precisa dar continuidade às negociações e honrar os compromissos já assumidos.

"É um clássico. Qualquer erro, qualquer jogada mal jogada pode mudar o resultado para qualquer um dos dois times, de maneira que se precisa ter habilidade e consciência que todos estão trabalhando para ganhar. Na realidade, acho que, aprovando, quem ganha é o Brasil".

Questionado se o apoio dos governadores tucanos seria peça fundamental para a prorrogação da cobrança da CPMF, o ministro disse que todos são peças-chave.

"Principalmente de quem está na gestão. E o governador está na gestão de seu estado. Então, eles sabem as sanções que o Estado e a sociedade poderão sofrer se a CPMF não for aprovada".

Sobre o envio da reforma tributária ao Congresso Nacional, Múcio disse que o governo está avaliando a melhor data para isso. Se é melhor ou não, por exemplo, esperar a aprovação da CPMF.

Com relação às críticas do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso ao presidente Lula, o ministro afirmou que prefer o modelo dos Estados Unidos.

"Ou seja, ex-presidente não critica quem está na gestão. Acho isso elegante e acho que ajuda o país. Conhecendo a biografia do presidente Fernando Henrique Cardoso, que tenho na conta de um homem elegante, não acho uma declaração parecida com a sua história e nem que engrandece o grande número de brasileiros que o admiram".

(Com informações da rádio CBN)

Saiba mais sobre: José Múcio Monteiro




US Multimídia


Publicidade


Enquete


 

fechar [x]