09/11 - 07:25, atualizada às 14:25 09/11 - Redação
SÃO PAULO - A Polícia Federal prendeu 30 pessoas acusadas de atuar na atividade de crimes cibernéticos. A ação faz parte da chamada Operação Ilíada, que teve início na manhã desta sexta-feira. Segundo a PF, uma pessoa foi presa em Joinville (Santa Catarina), uma em Porto Seguro (Bahia), duas em Juiz de Fora (Minas Gerais) e o restante na região metropoliatana de Minas Gerais, sendo que maioria dos criminosos foi detida na cidade de Betim. A PF estima que cada hacker gerou um prejuízo de cerca de R$ 600 mil por ano.
Após oito meses de investigação, a polícia cumpre 31 mandados de prisão (20 preventivas e 11 temporárias) e 34 mandados de busca e apreensão expedidos pela 4ª Vara Federal Criminal em Belo Horizonte/MG.
De acordo com a Polícia Federal, mais de 160 policiais dos Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul e do Distrito Federal, participam da Operação Ilíada.
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A organização atuava quase que totalmente no ambiente virtual. Seu principal objetivo era a obtenção por meios fraudulentos e dissimulados das senhas bancárias e dados cadastrais de correntistas do sistema bancário, que lhes franqueavam o acesso a essas contas correntes, de onde eram realizados transferências, saques e pagamentos indevidos.
A área de atuação da organização criminosa não se restringiu ao Estado de Minas Gerais. Entretanto, as principais cidades em Minas Gerais em que ela atuava são: Belo Horizonte/MG, Betim/MG, Bom Despacho/MG, Lagoa da Prata/MG, Nova Serrana/MG, Divinópolis/MG, Nova Lima/MG, Conselheiro Lafaiete/MG e Uberlândia/MG.
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