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Ministro do Planejamento diz que ainda é possível negociar CPMF com PSDB

07/11 - 13:14, atualizada às 14:05 07/11 - Caroll Andrade e Luciana Otoni/ Santafé Idéias

BRASÍLIA - A despeito do posicionamento contrário da bancada do PSDB no Senado, fato que torna mais difícil a aprovação da CPMF no Congresso, o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, disse acreditar que a prorrogação da cobrança do imposto do cheque vai ser aprovada no Legislativo.

Para tanto, o ministro diz ser necessário que haja diálogo, corpo-a-corpo nas negociações do governo com os parlamentares e conversa com os senadores relutantes. Paulo Bernardo comentou que a existência de atritos é comum em negociações como a da CPMF e avaliou que o PSDB ainda não tem posição definida sobre a manutenção do tributo. “É possível insistir na conversa para tentar a aprovação”, afirmou.

Independentemente da continuidade da cobrança da CPMF, que em 2008 deve render R$ 38 bilhões aos cofres do governo federal, o ministro do Planejamento falou que o debate sobre a situação das contas públicas é importante e que é necessário reduzir despesas e manter o ajuste fiscal a fim de assegurar previsibilidade nos gastos. Paulo Bernardo participa da solenidade relativa a programa de petróleo e gás natural, que se realiza no Palácio do Planalto.

Leia mais sobre: CPMF





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