03/11 - 21:50 - Redação
SÃO PAULO - As companhias aéreas aproveitam brechas de uma portaria mal escrita para driblar as restrições em Congonhas, para vôos de mais de mil quilômetros de São Paulo. A informação é do jornal "O Estado de S. Paulo". As companhias dividem o vôo e fazem uma "conexão relâmpago". Os passageiros costumam nem descer do avião.
As restrições impostas pelo Conselho Nacional de Aviação Civil (Conac) após a tragédia com o Airbus da TAM, em 17 de julho. Três dias depois, o Conac determinou que Congonhas deixaria de ser um ponto de escalas e de conexão de vôos e limitou os percursos a mil quilômetros. A idéia era desafogar o aeroporto.
Segundo fontes do setor ouvidas pelo jornal, a prática de "conexão relâmpago" tem sido aplicada por todas as grandes companhias que atuam em Congonhas.
Procurada, A Gol não se manifestou. A TAM afirmou que segue "religiosamente" as restrições.
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