18/09 - 11:45 - Bárbara Skaba, do Último Segundo
RIO DE JANEIRO - A estudante Lívia Barros, de 16 anos, morreu no último sábado, em Brasília, após chegar de um baile funk realizado no Jockey Club da cidade. De acordo com o delegado Victor Dan, a suspeita é de que a adolescente tenha ingerido ecstasy na festa, mas as autoridades esperam o laudo do Instituto Médico Legal (IML), que deve ser liberado até a próxima quarta-feira, para confirmar a hipótese.
Lívia teria começado a passar mal no evento, na madrugada de sábado. Os amigos que a acompanhavam declararam que não quiseram sair com ela do local devido ao seu estado e esperaram a estudante melhorar. Ela teria chegado em casa às 5h, ainda com o estado de saúde debilitado.
A família levou a adolescente ao Posto de Saúde do Núcleo Bandeirantes. Após ter sido constatada a possibilidade de ingestão de drogas, ela foi encaminhada para o Hospital de Base do Distrito Federal, onde deu entrada às 12h36. De acordo com a assessoria do hospital, Lívia já havia sofrido duas paradas cardiorrespiratórias quando chegou e, após a terceira, não resistiu. O corpo foi, então, encaminhado ao IML.
O delegado declarou que só possui provas testemunhais da ingestão de ecstasy por Lívia. Se o laudo do IML confirmar a hipótese, serão abertas investigações para apurar como a droga foi levada para a festa. O Jockey Club possuía um alvará da Vara da Criança e do Adolescente que autorizava a entrada de maiores de 16 anos desacompanhados de responsáveis no evento.
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