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Preços de passagens aéreas não devem reduzir em cima de conforto, diz ministro

13/08 - 19:03 - Sarah Barros, Último Segundo/Santafé Idéias

O Ministro da Defesa, Nelson Jobim, afirmou no final da tarde desta segunda-feira que, durante reunião com o Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea), lembrou sobre o problema do espaçamento entre os assentos nos aviões. A explicação que recebeu dos representantes das empresas aéreas é que a redução do espaço vital interfere na composição de preço das passagens."O preço das passagens não pode reduzir em cima da redução de conforto do passageiro. Se esse for o raciocínio vamos ter que viajar em pé", disse o ministro.

O ministro relatou, ainda, outras reivindicações das empresas aéreas. Uma delas é que os vôos em Congonhas tenham o espaçamento de 1 hora entre a chegada e a saída. O ministro pediu uma fundamentação para a proposta. "Queremos saber se isto representa uma forma de fazer com que Congonhas seja um ponto de escalas ou um novo mecanismo para que o aeroproto receba conexões".

Outro tema sobre o qual o ministro pediu mais explicações é a mudança na resolução do Conselho Nacional de Aviação Civil (Conac) para que o Aeroporto de Congonhas passe a receber vôos de 2 horas de duração. A proposta do sindicato é que a regra determine não duas horas, mas 1,5 mil km. "Precisamenos saber onde os aviões chegam voando 1,5mil km em linha reta", declarou o ministro.

Nelson Jobim também comentou o levantamento da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o qual afirma que somente 5% da populção sente desconforto em relação ao espaço entre os assentos dos aviões. O ministro afirmou que "não importa o que tenha sido dito. Foi verificado por toda população, altos e baixo, de que há o desconforto absoluto".





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