09/07 - 19:08 - Agência Estado

Terminou após cinco horas o motim de um grupo de presos no Instituto Penal Antônio Trindade (IPAT), área rural de Manaus, situado no quilômetro 8 da BR-174, que liga o Amazonas à Roraima. Dois pistoleiros contratados para matar um procurador de Justiça do Estado, presos em janeiro, quando o plano foi descoberto, armaram a rebelião e fizeram quatro reféns, numa tentativa frustrada de fuga.
Três agentes penitenciários e um presidiário, Antônio dos Santos Soares, 26, o "Toni" - que recentemente confessou ter assassinado e enterrado cinco pessoas, entre elas, a própria filha, de dois anos - foram feitos reféns. O motim terminou depois da negociação feita pela Polícia Militar.
"Vamos abrir sindicância apara apurar onde foi a falha", disse o secretário de Justiça, Lélio Lauria. Após verem fracassada a tentativa de fuga, os pistoleiros Lenílson Braga da Silveira, o "Carioca", e Jane da Silva Santos, o "Caneco", passaram a exigir que fossem retirados do pavilhão de isolamento do IPAT, mas não tiveram a reivindicação atendida.
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