08/05 - 07:12 - Agência Estado

Sem querer assumir o desgaste pelo polêmico projeto aprovado pelos vereadores paulistanos que concedeu benesses aos seus próprios gabinetes e aos funcionários efetivos da Câmara, o prefeito Gilberto Kassab (DEM) vai usar uma brecha legal para não ser o responsável pela sanção da lei. Após ser considerado constitucional pela Assessoria Técnico-Legislativa (ATL) da Secretaria de Governo, Kassab vai enviar o parecer jurídico ao presidente da Câmara, Antonio Carlos Rodrigues (PR), que com poderes constitucionais poderá sancionar a lei.
O parecer com o sinal verde da ATL deve chegar à Câmara até o final da semana.O projeto aprovado em 10 de abril foi chamado de trem da alegria pelo Movimento Voto Consciente, que apresentou uma representação contra a proposta ao Ministério Público Estadual. A Promotoria da Cidadania analisa o projeto. Os vereadores paulistanos aprovaram uma reforma administrativa que alterou gastos nos gabinetes, além de criar gratificações para cargos de chefia na Câmara, que podem variar de R$ 1.204,40 até R$ 4.817,00. As informações são de O Estado de S.Paulo.
Publicidade