03/04 - 09:11, atualizada às 09:41 03/04 - Redação
RIO DE JANEIRO– A barca Imbuí, que realizava o trajeto da Estação Cocotá, na Ilha do Governador, zona norte da cidade, até a Praça 15, no Centro, pegou fogo por volta das 7h desta terça-feira, na Baía de Guanabara.
Há suspeitas que o incêndio teria começado na casa de máquinas da embarcação, próximo da estação da Ribeira. O fogo foi controlado, no entanto, provocou pânico entre idosos e mulheres.
Dois botes, um do Grupamento Marítimo da PM e outro da Capitania dos Portos acompanharam a transferência de aproximadamente 300 passageiros para a barca Vital Brazil, que os levou até a Praça 15.
Segundo as Barcas S.A, que administra o transporte aquáviário, os passageiros foram ressarcidos.
Explicações sobre acidente
A Comissão de Transportes da Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) fará uma audiência pública, na próxima quarta-feira, no Palácio Tiradentes, no Centro para ouvir o diretor-presidente da empresa Barcas SA, Amaury de Andrade.
Ele terá que prestar esclarecimentos sobre o acidente ocorrido com a barca Visconde de Moraes, que fazia o trajeto Paquetá-Rio de Janeiro, no último dia 26.
O presidente da comissão, deputado Marcelo Simão (PHS), convidou representantes da secretaria de Transportes e da Capitania dos Portos.
No último dia 26, outra barca com quase 300 passageiros ficou à deriva na travessia Paquetá-Rio, depois de uma pane na casa de máquinas. O resgate, tumultuado, revoltou os passageiros, que chegaram a lançar coletes salva-vidas ao mar em protesto.
Um catamarã e outra barca foram enviados para transportar os passageiros. Parte deles só chegou à Praça 15, centro do Rio, 2 horas e 20 minutos depois da pane.
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