29/01 - 11:15 - Redação
SÃO PAULO - Agentes penitenciários da Penitenciária 2 de Presidente Venceslau e do Centro de Detenção Provisória (CDP) de Mauá, em São Paulo, mantém nesta segunda-feira a paralisação em protesto contra o assassinato de Wellington Rodrigo Segura, diretor-geral do CDP de Mauá, na noite de sexta-feira (26).
De acordo com a Secretaria de Administração Penitenciária (SAP), como hoje não é dia de visitação de familiares aos presídios, a paralisação consite na suspensão do banho de sol dos detentos e atendimento de advogados, assim como entrega de objetos pessoais. Serviços básicos como a alimentação e atendimento médico continuam normalmente.
Ameaças
O presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários do Estado de São Paulo (Sindasp), Cícero Sarney, relatou que Segura recebia ameaças, supostamente de integrantes do PCC. Segundo ele, agentes penitenciários de todo o Estado farão uma paralisação na próxima semana, impedindo visitas nos presídios do Estado.
Segura foi enterrado às 17 horas de sábado no Cemitério Municipal de Presidente Prudente. O pai, Wanderley Segura, major da reserva da PM, acompanhou o caixão aos prantos e evitou falar com a imprensa. Seu irmão Waldir, no entanto, afirmou que suspeita de uma ação do crime organizado.
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