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    <title>Último Segundo :: BBC</title>
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    <description>BBC</description>
    <language>pt-br</language>
    <pubDate>Sat, 21 Nov 2009 20:11:09 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[Último Segundo :: BBC]]></title>
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      <title><![CDATA[Hugo Chávez defende o 'Chacal' em discurso]]></title>
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      <description>O presidente venezuelano Hugo Chávez defendeu o homem conhecido como "Carlos, o Chacal", acusado internacionalmente por atentados,  assassinatos e sequestros em um discurso. No discurso para políticos socialistas estrangeiros, Chávez afirmou que Carlos, que é cidadão venezuelano, não é um terrorista, mas um importante "combatente revolucionário"."Eu o defendo, não me importa o que vão dizer amanhã na Europa", afirmou Chávez em seu discurso de sexta-feira na capital venezuelana, Caracas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Chávez afirmou que acreditava que Carlos tinha sido condenado injustamente e o chamou de "um dos grandes combatentes da Organização para a Libertação da Palestina".&lt;br&gt;&lt;br&gt;O líder venezuelano já afirmou que Carlos é seu amigo e teria trocado cartas com ele no passado.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Carlos, cujo nome real é Ilich Ramirez Sanchez, cumpre pena de prisão perpétua na França por assassinatos cometidos em 1975.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Década de 70         &lt;br&gt;Carlos ficou famoso nos anos 70 como o organizador de ataques com bombas, assassinatos e sequestros. Ele foi capturado no Sudão em 1994 e entregue à França.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Na França ele foi preso e condenado por matar dois agentes secretos franceses e um suposto informante em 1975.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Ainda no discurso de sexta-feira, o presidente venezuelano também elogiou outros líderes internacionais como o presidente do Zimbábue, Robert Mugabe, o iraniano Mahmoud Ahmadinejad e o ex-presidente Idi Amin, ditador em Uganda.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Chávez descreveu os presidentes Mugabe e Ahmadinejad - que, como ele, criticam os Estados Unidos - de irmãos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A respeito do ex-presidente ugandense Idi Amin, Chávez afirmou que "pensamos que ele era um canibal... eu não sei, talvez ele tenha sido um grande nacionalista, um patriota".&lt;br&gt;&lt;br&gt;Idi Amin tomou o poder em 1971. Cerca de 300 mil pessoas foram mortas durante os oito anos de seu regime.</description>
      <pubDate>Sat, 21 Nov 2009 20:02:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[Gripe suína mata quatro pessoas durante peregrinação à Meca]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2009/11/21/gripe+suina+mata+quatro+pessoas+durante+peregrinacao+a+meca+9146910.html</link>
      <description>O Ministério da Saúde da Arábia Saudita informou que quatro peregrinos morreram devido à gripe suína enquanto participavam da peregrinação anual à Meca. Três das vítimas, uma mulher do Marrocos e dois homens do Sudão e da Índia, tinham por volta de 70 anos.A quarta vítima era uma adolescente de 17 anos, da Nigéria.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O ministério informou também que nenhuma das quatro pessoas tinha sido vacinada contra o vírus H1N1.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Uma declaração oficial divulgada pelo Ministério da Saúde saudita afirmou que todos as quatro vítimas já tinham problemas de saúde, incluindo câncer e problemas respiratórios. Três das vítimas morreram em Medina e uma morreu em Meca.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A Organização Mundial da Sáude (OMS) afirma que o vírus da gripe suína já matou 6.750 pessoas no mundo todo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Transmissão         &lt;br&gt;O porta-voz do Ministério da Saúde, Khaled Marghlani, disse à agência de notícias AFP que 16 pessoas foram diagnosticadas com a gripe suína e quatro ainda estão no hospital em "condições críticas".&lt;br&gt;&lt;br&gt;Marghlani afirma que outras 12 pessoas se recuperaram depois do tratamento.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Até 3 milhões de muçulmanos do mundo todo participam da peregrinação à Meca todos os anos. Mas as autoridades de saúde da Arábia Saudita temem que a peregrinação possa dar ao vírus as condições ideais para sua transmissão.&lt;br&gt;&lt;br&gt;As autoridades dos país tentaram se preparar para surtos da doença instalando câmaras térmicas em aeroportos e portos do país, mobilizando mais 15 mil funcionários de saúde e disponibilizando centenas de leitos nos hospitais.&lt;br&gt;&lt;br&gt;E o governo saudita afirmou que todos os peregrinos precisam de um certificado de vacinação antes de pedir o visto de entrada no país.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Em setembro as autoridades do Egito impediram que centenas de peregrinos muçulmanos chegassem ao Cairo vindos de Meca devido ao temor de transmissão do vírus.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O Irã, por sua vez, proibiu todas as peregrinações à Arábia Saudita durante o período conhecido como Ramadã - que neste ano caiu entre 22 de agosto e 19 de  setembro - para tentar evitar a dispersão da gripe suína no país.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Em julho uma mulher egípcia que voltava de uma outra peregrinação, a Umrah (conhecida como "pequena peregrinação" a Meca), foi a primeira pessoa a morrer de gripe suína no Oriente Médio e na África.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O Hajj, a grande peregrinação anual à Meca, que este ano acontece em  novembro, é obrigatória a todos os muçulmanos que tem os meios para fazer a jornada.</description>
      <pubDate>Sat, 21 Nov 2009 18:48:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[Presidente egípcio se envolve em polêmica após classificação da Argélia para Copa]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2009/11/21/presidente+egipcio+se+envolve+em+polemica+apos+classificacao+da+argelia+para+copa+9144945.html</link>
      <description>O presidente do Egito, Hosni Mubarak, afirmou que não vai tolerar a "humilhação" de cidadãos egípcios em outros países numa referência à polêmica e confrontos ocorridos depois da vitória da Argélia contra o Egito nas eliminatórias para a Copa do Mundo de 2010. "A dignidade dos egípcios é parte da dignidade do Egito (...) e eu declaro claramente que o Egito não vai tolerar que ninguém insulte seus filhos", afirmou o presidente.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Apesar de não ter mencionado a Argélia diretamente em nenhum momento, a correspondente da BBC no Cairo Yolande Knell, afirmou que ficou claro que Mubarak se referia à polêmica ocorrida depois dos episódios violentos depois dos jogos entre as seleções dos dois países nos dias 14 e 18 de novembro, jogos das eliminatórias para o Mundial&lt;br&gt;A Argélia ganhou por 1 X 0 o último jogo e garantiu a última vaga do continente africano para a Copa de 2010, mas os dois lados afirmam que seus torcedores foram atacados depois dos jogos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O resultado desencadeou uma série de protestos. Na sexta-feira a tropa de choque da polícia reprimiu uma manifestação perto da embaixada da Argélia no Cairo. Segundo o Ministério do Interior egípcio 35 pessoas ficaram feridas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;No dia anterior, cerca de mil egípcios queimaram bandeiras argelinas em uma rua perto da embaixada.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A Fifa está investigando os episódios de violência depois dos jogos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Fora do futebol         &lt;br&gt;Os manifestantes egípcios foram para as ruas depois de receberem informações de que os torcedores da Seleção Egípcia tinham sido atacados ao sair do estádio em Cartum, no Sudão, onde ocorreu o jogo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O Egito ameaçou não mais disputar partidas do futebol internacional durante dois anos depois de reclamar com a Fifa a respeito do comportamento dos torcedores argelinos em Cartum.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A Argélia, por sua vez, exigiu na sexta-feira que o Egito pare com o que chamou de "campanha na imprensa" contra o país, depois dos episódios de violência.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Segundo a correspondente da BBC no Egito, em um país onde as demonstrações políticas são frequentemente reprimidas, este pode ser mais um sinal de como as relações entre o Egito e a Argélia estão abaladas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A correspondente acrescenta que agora o problema já foi além do futebol e poderá se transformar em uma crise política entre os dois países.</description>
      <pubDate>Sat, 21 Nov 2009 16:32:00 -0300</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Sri Lanka promete abrir campos de presos até janeiro]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2009/11/21/sri+lanka+promete+abrir+campos+de+presos+ate+janeiro+9143911.html</link>
      <description>O governo do Sri Lanka afirmou neste sábado que refugiados tâmeis dos campos especiais, montados desde o fim do conflito com o grupo rebelde Tigres de Libertação da Pátria Tâmil, em maio, vão ser autorizados a sair por períodos curtos a partir do mês que vem. Um assessor do presidente do país, Mahinda Rajapaksa, também prometeu abrir as portas dos campos, que atualmente abrigam mais de 130 mil pessoas da etnia tâmil, até o fim de janeiro.Os acampamentos foram criados no norte do Sri Lanka para prender rebeldes e refugiados do conflito, nos últimos meses da guerra.&lt;br&gt;&lt;br&gt;No entanto, o governo do país vem sendo duramente criticado por manter milhares de pessoas nos acampamentos contra a própria vontade.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O assessor especial do presidente Mahinda Rajapaksa, seu irmão Basil, fez as promessas durante uma visita ao campo Menik Farm.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Apelo da ONU          &lt;br&gt;Na quinta-feira, o chefe da ajuda humanitária das Nações Unidas no Sri Lanka, John Holmes, já tinha visitado o campo e feito um apelo ao governo para libertar os prisioneiros.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Em discurso a um grupo de refugiados, Rajapaksa afirmou que a partir de 1º de dezembro, os campos não seriam mais totalmente fechados.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os refugiados seriam então autorizados a deixar o local por um ou dois dias, para, entre outros motivos, visitar amigos ou parentes.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Embora a saída permanente não deva ser autorizada, Rajapaksa repetiu a promessa do governo de reassentar até janeiro aqueles que perderam suas casas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Cerca de 300 mil tâmeis fugiram da zona de conflito durante a ofensiva final do governo contra os rebeldes, no primeiro semestre.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Muitos dos que fugiram já tinham sido usados como escudos humanos pelos rebeldes e acabaram presos nos campos especiais.</description>
      <pubDate>Sat, 21 Nov 2009 14:00:00 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2009/11/21/sri+lanka+promete+abrir+campos+de+presos+ate+janeiro+9143911.html</guid>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Católicos e anglicanos buscam 'estreitar laços']]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2009/11/21/catolicos+e+anglicanos+buscam+estreitar+lacos+9142919.html</link>
      <description>Uma nota do Vaticano informou neste sábado que o papa Bento 16 e o líder da Igreja Anglicana, o arcebispo Rowan Williams, firmaram um acordo para estreitar os laços entre as duas religiões. A decisão foi resultado do primeiro encontro entre os dois líderes espirituais para amainar as tensões geradas pela criação, por Bento 16, de uma seção da Igreja Católica dedicada a atender anglicanos desiludidos.O Vaticano afirmou que a medida foi uma reação aos pedidos de anglicanos insatisfeitos com a decisão de permitir a ordenação de mulheres para bispo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O anglicano Williams, no entanto, afirmou que ela faria pouco para melhorar as relações entre as duas religiões.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Ainda segundo a proposta do papa, anglicanos poderiam se converter ao catolicismo mantendo suas práticas e tradições.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A nota da Santa Sé afirma que o encontro "cordial" de cerca de meia hora entre Bento 16 e Williams reiterou a "vontade conjunta" de aproximar as duas igrejas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;'Momento difícil'         &lt;br&gt;Além disso, os líderes teriam discutido problemas recentes entre anglicanos e católicos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A arcebispo anglicano já havia afirmado não acreditar que a medida do papa vá afetar as reações entre as duas instituições. No entanto, alguns acusaram Bento 16 de interferência em um momento difícil para a Igreja Anglicana.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Williams já tinha dado sinais de que quer construir um novo relacionamento com os católicos, enfatizando as semelhanças entre as duas religiões, em vez das diferenças, como a ordenação de mulheres.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Outro motivo de discórdia entre os anglicanos foi a eleição de um bispo assumidamente gay, além da aprovação de uniões homossexuais.&lt;br&gt;&lt;br&gt;De acordo com a Constituição Apostólica, grupos de anglicanos seriam autorizados a ingressar na Igreja Católica ao mesmo tempo que manteriam elementos da tradição anglicana, entre eles o uso de livros de preces.&lt;br&gt;&lt;br&gt;As primeiras conversões podem acontecer já no começo do ano que vem.</description>
      <pubDate>Sat, 21 Nov 2009 12:34:00 -0300</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Gripe suína resistente a droga infecta 5 em Gales]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2009/11/21/gripe+suina+resistente+a+droga+infecta+5+em+gales+9141939.html</link>
      <description>Cinco pacientes em tratamento no Hospital Universitário de Cardiff, capital do País de Gales, foram infectados com uma variante do vírus da gripe suína resistente ao medicamento oseltamivir, também conhecido pelo nome comercial Tamiflu. As autoridades britânicas destacaram que todos os infectados no hospital galês já vinham sendo tratados para doenças graves e que, nessas circunstâncias, o fato "não é inesperado".Apesar da confirmação dos casos, os primeiros de transmissão entre pessoas da variável resistente à droga, as autoridades britânicas voltaram a recomendar neste sábado a vacinação contra o vírus H1N1.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"Uma das coisas que isso nos ensina é que a vacinação é ainda mais importante, principalmente a vacinação daquelas pessoas que estão no alto da lista de prioridades, aquelas que têm doenças crônicas dos tipos que origiram este problema", afirmou o doutor Roland Salmon, diretor do Centro de Doenças Infecciosas do Serviço Nacional de Saúde Pública de Gales.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Em todo o mundo, há por volta de 60 casos de pessoas infectadas por variantes do H1N1 resistentes ao oseltamivir.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Estoque         &lt;br&gt;O governo da Grã-Bretanha comprou uma quantidade do remédio Tamiflu, usado para tratar os sintomas da gripe suína, reduzindo o ciclo do vírus e os riscos de complicações, suficiente para tratar metade da população.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Por isso, a disseminação da variante resistente ao medicamento está sendo tratada como uma ameaça à saúde pública.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Dos pacientes infectados em Cardiff, dois já se recuperaram e receberam alta, um está na UTI e outros dois em isolamento.&lt;br&gt;&lt;br&gt;As autoridades sanitárias britânicas destacam, entretanto, que não há riscos imediatos para a população e que estão sendo realizados testes para descobrir exatamente o que aconteceu.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"Essas são circunstâncias muito especiais, e é preciso aguardar para ver se isso realmente aconteceria em uma comunidade em que a maior parte das pessoas tem sistemas imunológicos perfeitamente normais", afirmou o doutor Salmon.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A resistência ao medicamento mais popular contra o vírus não significa, segundo as autoridades, que não existam tratamentos alternativos para o H1N1&lt;br&gt;Médicos britânicos também insistiram que o tratamento à base de Tamiflu continuará a ser indicado para a maioria das pessoas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O governo britânico afirma que atualmente 46 pessoas estão sendo tratadas por gripe suína em hospitais do País de Gales. Já foram registradas 21 mortes por causa do vírus no país.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Em todo o mundo, o número de infectados pela doença já passou de 715 mil, segundo</description>
      <pubDate>Sat, 21 Nov 2009 09:17:00 -0300</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Explosão em mina na China mata mais de 30]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2009/11/21/explosao+em+mina+na+china+mata+mais+de+30+9141925.html</link>
      <description>Uma explosão de gás em uma mina de carvão na cidade de Hegang de Heilongjiang, no nordeste da China, próxima da fronteira com a Rússia, matou mais de 30 pessoas e deixou 82 presos no sábado. Segundo a agência oficial de notícias Xinhua, o grupo Heilongjiang Longmei, proprietário da mina, afirmou que 528 mineradores trabalhavam no local no momento da explosão e quase 400 conseguiram escapar.As minas chinesas são as mais perigosas do mundo - milhares de trabalhadores morrem todos os anos em acidentes no setor de mineração.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Nos últimos anos, as autoridades vêm fechando diversas operações menores por falta de segurança.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Falta de condições         &lt;br&gt;Dados oficiais chineses indicam que 3,2 mil trabalhadores morreram em minas em 2008, mas grupos independentes afirmam que o total pode ser ainda maior, já que a maioria dos acidentes seria "acobertada" para evitar o custo alto do fechamento das minas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A maioria dos acidentes ocorre por falhas na segurança, entre eles falta de ventilação adequada ou equipamento anti-incêndio.&lt;br&gt;&lt;br&gt;No sábado, o diretor do Administração Estatal de Segurança no Trabalho, Luo Lin, afirmou que o governo fechou cerca de mil minas de pequeno porte somente neste ano, numa tentativa de melhorar a administração e segurança dos locais de trabalho.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A imprensa oficial do país afirma que mais de 12 mil minas de pequeno porte foram fechadas desde 2005.</description>
      <pubDate>Sat, 21 Nov 2009 08:31:00 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2009/11/21/explosao+em+mina+na+china+mata+mais+de+30+9141925.html</guid>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Explosão em mina mata ao menos 11 na China]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2009/11/21/explosao+em+mina+mata+ao+menos+11+na+china+9140910.html</link>
      <description>Uma explosão de gás em uma mina de carvão no nordeste da China matou pelo menos 11 trabalhadores e deixou mais de 130 presos nos escombros neste sábado. Segundo a agência oficial de notícias Xinhua, o grupo Heilongjiang Longmei, proprietário da mina, afirmou que quase 400 outros trabalhadores conseguiram escapar da mina na cidade de Hegang de Heilongjiang, próxima da fronteira com a Rússia. As minas chinesas são as mais perigosas do mundo - milhares de trabalhadores morrem todos os anos em acidentes no setor de mineração.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Dados oficiais indicam que 3,2 mil trabalhadores morreram em minas em 2008, mas grupos independentes sugerem que o total pode ser ainda maior, já que a maioria dos acidentes são "escondidos" para evitar o custo alto do fechamento das minas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A maioria dos acidentes ocorre por falhas na segurança, inclusive falta de ventilação adequada ou equipamento de combate ao fogo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;No sábado, o diretor do Administração Estatal de Segurança no Trabalho, Luo Lin, afirmou que o governo fechou cerca de mil minas de pequeno porte somente neste ano, numa tentativa de melhorar a administração e segurança dos locais de trabalho.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A mídia oficial do país afirma que mais de 12 mil minas de pequeno porte foram fechadas desde 2005. </description>
      <pubDate>Sat, 21 Nov 2009 02:07:00 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2009/11/21/explosao+em+mina+mata+ao+menos+11+na+china+9140910.html</guid>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Acelerador de partículas volta a funcionar]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2009/11/21/acelerador+de+particulas+volta+a+funcionar+9140904.html</link>
      <description>O gigantesco acelerador de partículas batizado de Grande Colisor de Hádrons (LHC), o maior e mais complexo instrumento científico já construído, voltou a funcionar nesta sexta-feira depois de 14 meses de paralisação, informou o Centro Europeu de Investigação Nuclear (CERN, na sigla em inglês). Segundo os cientistas, dois feixes de prótons já estão circuladndo em direções opostas dentro do equipamento. &lt;P&gt;Se tudo correr como planejado, a equipe de cientistas poderá aumentar a energia do colisor durante o final de semana e atingir níveis jamais registrados.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&#xD;
&lt;TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 width=0 border=0&gt;&#xD;
&lt;TBODY&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD align=right&gt;&lt;FONT size=1&gt;AP&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&lt;FONT size=1&gt;&lt;IMG style="WIDTH: 400px; HEIGHT: 300px" alt="" src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/480/229/27/7201353.acelerador_de_particulas_mundo_300_400.jpg" &gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&#xD;
&lt;P align=center&gt;&lt;FONT size=1&gt;Parte do gigantesco acelerador de partículas&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;"É formidável ver circular novamente os feixes no LHC", disse o diretor-geral do CERN, Rolf Heuer.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;"Mas ainda há uma longa estrada a percorrer, mas este grande passo dado hoje nos coloca no caminho".&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;Big Bang&lt;/STRONG&gt; &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;O acelerador, cujo custo é estimado em US$8 bilhões, começou a operar em setembro de 2008 na fronteira franco-suíça. Mas o aparelho apresentou um problema de vazamento e teve que ser novamente aquecido para possibilitar o conserto.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;O LHC foi projetado para atirar partículas de prótons umas contra as outras quase à velocidade da luz. A liberação maciça de energia causada pelo choque das partículas simularia as condições após a explosão que deu origem ao universo.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;No experimento realizado em 19 de setembro de 2008, os engenheiros circularam partículas de prótons dentro de um túnel de 27 quilômetros de circunferência que abriga o LHC.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Após o sucesso dessa primeira parte, o próximo passo será projetar outras partículas na direção oposta para que possam colidir, recriando as condições que existiam no universo imediatamente após o Big Bang.&lt;/P&gt;</description>
      <pubDate>Sat, 21 Nov 2009 00:38:00 -0300</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Colômbia não produzirá 'gestos de guerra' contra a Venezuela]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2009/11/20/colombia+nao+produzira+gestos+de+guerra+contra+a+venezuela+9139972.html</link>
      <description>O presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, afirmou nesta sexta-feira que seu governo "não produzirá gestos de guerra" contra a Venezuela, mesmo após a explosão de duas pontes por militares venezuelanos na fronteira entre os dois países. Segundo Uribe, a destruição das duas pontes com dinamites foi "muito grave". &lt;P&gt;"Nossa luta contra o terrorismo é voltada à segurança. Nós não temos qualquer pretensão de ir contra a comunidade internacional, principalmente contra o povo irmão da Venezuela", disse Uribe em declarações à rádio privada RCN.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Na quinta-feira, o vice-presidente e ministro da Defesa venezuelano, Ramón Carrizález, confirmou a destruição de duas pontes na fronteira com a Colômbia, alegando que eram passagens ilegais utilizadas por narcotraficantes e contrabandistas.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;O governo da Venezuela congelou as relações com a Colômbia no último mês de julho, em protesto contra o acordo militar entre Bogotá e Washington, que permitirá o uso de sete bases por militares americanos.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;O presidente venezuelano, Hugo Chávez, considera que o acordo faz parte de uma ofensiva contra seu governo.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;Cuidadoso&lt;/STRONG&gt; &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Na entrevista à RCN, Uribe afirmou que, apesar das restrições impostas por Caracas contra a Colômbia desde julho passado, o governo colombiano quer manter o comércio com a Venezuela, o segundo comprador dos produtos da Colômbia depois dos Estados Unidos.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;O comércio e a fronteira entre a Colômbia e a Venezuela vêm sofrendo muitas alterações nas últimas semanas, entre elas, fechamentos intempestivos, protestos, deportações e a proibição de entrada de veículos.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Uribe foi muito cuidadoso na linguagem que utilizou durante a entrevista à RCN e disse que seu governo não quer cair em "provocações verbais", mas recorrer a organismos internacionais.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Essa é a política adotada pelo ministério das Relações Exteriores da Colômbia há algumas semanas, segundo afirmaram à BBC Mundo fontes do ministério.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;"Não vamos cair na armadilha das enxurradas verbais", disse à BBC Mundo uma fonte da chancelaria.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;A diplomacia colombiana está documentando todos os casos que considerada como uma violação da lei internacional por parte da Venezuela, para levá-los a diferentes instâncias.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Assim foi feito, por exemplo, na Organização Mundial do Comércio (OMC), onde registrou uma queixa pelas restrições adotadas em Caracas contra os produtos colombianos. Além dessa, o governo registrou uma queixa também na Organização das Nações Unidas (ONU) contra as declarações do presidente Hugo Chávez sobre um pedido para que a Venezuela se preparasse para a guerra, e fará também nestes organismos outra reclamação sobre a destruição das pontes.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;OEA&lt;/STRONG&gt; &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;No próximo dia 29 está prevista uma reunião de cúpula de chanceleres da União das Nações Sul-Americanas (Unasul), em Quito, onde se discutirá as tensões entre Colômbia e Venezuela.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Ainda nesta sexta-feira, o secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), José Miguel Insulza, manifestou sua preocupação sobre a destruição das pontes por militares venezuelanos.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;"Mais do que a intencionalidade das ações, o aumento da violência contribui para a instabilidade da região e cria possibilidade de incidentes maiores", disse.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Insulza pediu "máxima prudência" às duas partes e reforçou a necessidade de diálogo entre os dois países.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;STRONG&gt;Leia mais sobre:&lt;/STRONG&gt; &lt;A href="http://busca.igbusca.com.br/app/search?s=ig_content&amp;amp;o=IG&amp;amp;first_o=IG&amp;amp;q=Col%F4mbia"&gt;Colômbia &lt;/A&gt;- &lt;A href="http://busca.igbusca.com.br/app/search?s=ig_content&amp;amp;o=IG&amp;amp;first_o=IG&amp;amp;q=Venezuela"&gt;Venezuela &lt;/A&gt;&lt;/P&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 20 Nov 2009 22:56:00 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2009/11/20/colombia+nao+produzira+gestos+de+guerra+contra+a+venezuela+9139972.html</guid>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Oprah Winfrey confirma fim de programa de TV em 2011]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2009/11/20/oprah+winfrey+confirma+fim+de+programa+de+tv+em+2011+9139955.html</link>
      <description>A apresentadora de televisão americana Oprah Winfrey confirmou nesta sexta-feira que seu programa de televisão acabará em setembro de 2011, depois de 25 anos no ar. O anúncio emocionado da apresentadora foi feito ao vivo na edição desta sexta-feira do "Oprah Winfrey Show".Segundo ela, a decisão foi tomada "depois de muita oração e meses de análises cuidadosas".&lt;br&gt;&lt;br&gt;"Eu amo este programa, e amo o bastante para saber quando é hora de dizer adeus", afirmou a apresentadora.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A produtora de Oprah Winfrey, a Harpo Productions, havia anunciado o fim do programa na quinta-feira.&lt;br&gt;&lt;br&gt;'Instituição'         &lt;br&gt;Depois do final do programa, a apresentadora deve passar mais tempo se dedicando ao seu canal de televisão, o Oprah Winfrey Network (OWN).&lt;br&gt;&lt;br&gt;Winfrey afirmou ainda que trabalhará com sua equipe de produção para encontrar novas maneiras de entreter, informar e levantar sua audiência para os programas até 2011.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O programa, transmitido diariamente pela rede CBS, é uma espécie de instituição da mídia americana, com uma média de 7 milhões de expectadores.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Segundo o correspondente da BBC em Washington Richard Lister, a atmosfera descontraída e as conversas francas do programa redefiniram o gênero do "talk show" e fez de Oprah a mulher negra mais rica do mundo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Lister afirma ainda que autores que participaram do programa se tornaram bestsellers de um dia para o outro e o apoio de Oprah a Barack Obama foi considerado crucial para a campanha do então candidato à Presidência.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Mas, segundo ele, o império de Oprah inclui ainda revistas, um programa de rádio e, a partir do próximo ano, uma rede de televisão.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"Portanto, parece que o lugar dela na cultura americana permanecerá", disse o correspondente.</description>
      <pubDate>Fri, 20 Nov 2009 21:29:00 -0300</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Escândalo no futebol europeu leva à prisão de 17 suspeitos]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2009/11/20/escandalo+no+futebol+europeu+leva+a+prisao+de+17+suspeitos+9138919.html</link>
      <description>A Polícia da Alemanha revelou nesta sexta-feira que está investigando a possível manipulação dos resultados de cerca de 200 jogos de diversos torneios da Europa. Um representante da Uefa (a associação europeia de futebol) disse que este é o maior escândalo dessa natureza a já atingir o futebol no continente.Até agora, 17 suspeitos de envolvimento nos crimes foram presos - 15 na Alemanha e dois na Suíça.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Segunda os investigadores alemães, uma quadrilha internacional, com cerca de 200 membros, teria atuado em pelo menos nove países europeus, distribuindo subornos a jogadores, técnicos, árbitros e dirigentes de clubes para que os jogos tivessem resultados específicos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A quadrilha teria lucrado milhões ao apostar no resultado das partidas manipuladas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Batidas         &lt;br&gt;Na quinta-feira, policiais trabalhando nas investigações realizaram cerca de 50 batidas na Alemanha, na Grã-Bretanha, na Suíça e na Áustria, realizando as 17 prisões e confiscando dinheiro e bens.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A maior parte dos jogos sob suspeita são de campeonatos nacionais europeus, mas pelo menos três deles são da Liga dos Campeões, o torneio interclubes mais importante do continente, e outros 12 são da Liga Europa, a antiga Copa da Uefa.&lt;br&gt;&lt;br&gt;De acordo com as informações da polícia, todos esses jogos foram disputados neste ano em nove países: Alemanha, Áustria, Bélgica, Bósnia-Herzegóvina, Croácia, Eslovênia, Hungria, Suíça e Turquia.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"Nós da Uefa estamos atordoados com a magnitude disto", disse Peter Limacher, um dos diretores da Uefa.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Em um comunicado, o secretário-geral da organização, Gianni Infantino, disse que a Uefa "irá pedir aos tribunais competentes as punições mais duras aos indivíduos, clubes e autoridades que estejam envolvidos" no escândalo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;As investigações estão sendo organizadas pela polícia alemã com o apoio da Uefa.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Antecedentes         &lt;br&gt;A prática tem antecedentes no continente. Em 2006, Juventus, Fiorentina, Lazio e Milan, alguns dos clubes mais importantes da Itália, foram considerados culpados em um inquérito sobre resultados pré-determinados.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Em 2005 um árbitro na Alemanha, Robert Hoyzer, confessou ter tentado manipular jogos. Seu depoimento a investigadores revelou uma rede ligada a uma organização criminosa croata.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Desde então, a Uefa adotou um sistema de vigilância com o objetivo de alertar sobre a existência de padrões incomuns de aposta em jogos de futebol.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O sistema monitora as apostas em tempo real, dando a investigadores uma visão imediata de comportamentos suspeitos.</description>
      <pubDate>Fri, 20 Nov 2009 19:06:00 -0300</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Após visita ao Brasil, líder do Irã quer consolidar aliança com Chávez]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2009/11/20/apos+visita+ao+brasil+lider+do+ira+quer+consolidar+alianca+com+chavez+9136978.html</link>
      <description>Os presidentes da Venezuela, Hugo Chávez, e do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, dois dos principais críticos do governo americano, voltarão a se encontrar nos próximos dias para consolidar sua "aliança estratégica" e "anti-imperialista". Ahmadinejad deve passar por Caracas depois de seu encontro com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, previsto para a próxima segunda-feira.Nos últimos anos, Chávez se converteu no principal aliado político do Irã na América Latina. Defensor da "construção de um mundo multipolar", além de compartilhar o discurso anti-imperialista com o governo iraniano, o presidente venezuelano considera o Irã um "aliado estratégico" para a consolidação do eixo sul-sul, tanto no âmbito político como econômico.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Na última semana, durante a visita do ministro de Relações Exteriores da Venezuela, Nicolas Maduro, a Teerã, para preparar a visita de Ahmadinejad, o presidente iraniano disse que as relações entre as "duas nações revolucionárias" é "necessária" neste momento.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Na última visita de Chávez a Teerã, em setembro, Ahmadinejad disse que "Irã e Venezuela compartilham a importante missão de ajudar as nações revolucionárias oprimidas, e de estender a frente anti-imperialista pelo planeta".&lt;br&gt;&lt;br&gt;"Acabaram aqueles tempos em que os poderes arrogantes podiam influir nas nações revolucionárias", afirmou o líder iraniano.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Para o governo americano, a presença do Irã na América Latina, utilizando a Venezuela como porta de entrada, chegou a ser considerada como "inquietante" pela secretária de Estado americana, Hillary Clinton, quando avaliou, em maio, o aumento da influência de outros países na região. Na lista de preocupação de Washington também apareciam China e Rússia.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Energia nuclear         &lt;br&gt;A Venezuela é um dos poucos países que tem defendido abertamente o programa nuclear iraniano, fortemente criticado por países ocidentais.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Na última visita a Teerã, Chávez afirmou que "não existe prova alguma de que o Irã construa uma bomba".&lt;br&gt;&lt;br&gt;"Estamos convencidos de que o Irã, como demonstrou, não vai deixar seus esforços para conseguir o que é um direito de seu povo: ter equipamento e estruturas para fazer um uso civil da energia atômica", disse o presidente venezuelano.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Estados Unidos, Israel e países da União Europeia acusam o governo iraniano de ocultar um possível programa nuclear de caráter militar, para uma suposta aquisição de armas atômicas. O governo de Teerã nega as acusações e diz que seu programa tem fins pacíficos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Aliados econômicos         &lt;br&gt;Aliados na Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), Irã e Venezuela começaram a estreitar relações em 2000, quando Chávez visitou Teerã pela primeira vez.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Desde então, mais de 300 acordos de cooperação comercial e energética foram assinados e estão sendo implementados na Venezuela. A aliança entre os dois países vai desde a construção de casas e desenvolvimento industrial à cooperação energética.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A Venezuela se comprometeu, em setembro, exportar 20 mil barris de petróleo por dia ao parceiro, em um acordo da ordem de US$ 800 milhões. O Irã é o quarto maior produtor de petróleo do mundo, mas tem limitações em infraestrutura para o refinamento.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A aliança energética também fortalece o interesse venezuelano de reduzir sua dependência econômica dos Estados Unidos, principal comprador do petróleo da Venezuela.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Há duas semanas, ao anunciar a visita de Ahmadinejad,  Chávez disse que seu colega, assim como ele, também "é atacado pelo Império".&lt;br&gt;&lt;br&gt;"Nos acusam de exportar terrorismo, mas eles (os americanos) são os genocidas", atacou o líder venezuelano. "Nós queremos paz contra os que pretendem nos encher de violência e morte."</description>
      <pubDate>Fri, 20 Nov 2009 17:22:00 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2009/11/20/apos+visita+ao+brasil+lider+do+ira+quer+consolidar+alianca+com+chavez+9136978.html</guid>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Visita de líder do Irã ao Brasil divide opiniões nos EUA]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2009/11/20/visita+de+lider+do+ira+ao+brasil+divide+opinioes+nos+eua+9136977.html</link>
      <description>A visita do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, a Brasília desperta dúvidas nos Estados Unidos sobre o impacto do encontro do líder iraniano com autoridades brasileiras para o futuro das tentativas de diálogo com o Irã e para a imagem do Brasil no exterior. Um funcionário do alto escalão do Departamento de Estado americano diz esperar que o "Brasil consiga encorajar o Irã a recuperar a verdade perante a comunidade internacional, cumprindo todas as suas obrigações internacionais"."Nós acreditamos que o Irã tem direitos, mas direitos com responsabilidades", afirma o funcionário. "O Irã precisa restaurar a fé e a confiança da comunidade internacional no caráter civil de seu programa nuclear."&lt;br&gt;Na avaliação de Michael O'Hanlon, do centro de estudos Brookings Institution, com sede em Washington, o impacto da visita nos esforços da comunidade internacional para barrar o programa nuclear do Irã dependerá do tipo de agenda que Ahmadinejad terá no Brasil.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"É claro que, até certo ponto, isso depende do caráter dos encontros", diz O'Hanlon. "Afinal, depois de tudo, o ex-presidente Bill Clinton se encontrou com Kim Jong II na Coréia do Norte neste ano."&lt;br&gt;"Mas uma recepção formal de Estado não seria apropriada a Ahmadinejad, acusado de roubar uma eleição, apoiar o terrorismo, assassinar membros das forças de coalizão no Iraque ao longo dos anos, reprimir dissidentes internos, manter um programa nuclear ilícito e dizer palavras apocalípticas contra Israel", acrescenta o pesquisador.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Diálogo         &lt;br&gt;O presidente iraniano, que nega o Holocausto e prega o fim do Estado de Israel, vai se reunir com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta segunda-feira. A visita tem como objetivo estreitar os laços diplomáticos entre os dois países.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Em meio a protestos dentro do Brasil e também críticas vindas de fora do país, o presidente Lula chegou a defender a visita do colega iraniano com o argumento de que não se constrói a paz no Oriente Médio sem conversar com todas as religiões e forças políticas e religiões.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Quando assumiu o cargo, em janeiro, o presidente americano, Barack Obama, também adotou discurso semelhante ao afirmar que isolar o Irã não é produtivo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Na opinião de Nina Hachigian, pesquisadora do Center for American Progress, a visita do presidente iraniano não deverá afetar as relações entre o Brasil e os Estados Unidos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;De acordo com Hachigian, os Estados Unidos tentam no momento aumentar a pressão contra o Irã e seu programa nuclear, mas - ao mesmo tempo - também conduzem o mais alto nível de diplomacia com Teerã em décadas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"Se o Irã mudar o caminho que está seguindo agora, penso que realmente o governo Obama poderia estar pronto para descongelar a relação com o país", diz a pesquisadora. "Se Lula puder ser convincente sobre isso, poderia encorajar o Irã a seguir outro caminho, e isso certamente seria útil."&lt;br&gt;Erro         &lt;br&gt;Já o congressista democrata Eliot Engel, que organizou no mês passado uma audiência pública no Congresso americano para discutir a influência do líder iraniano no Hemisfério Ocidental, mais precisamente na América do Sul, critica veementemente a visita de Ahmadinejad ao Brasil.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"É um erro terrível", afirma Engel. "Um país democrático e importante como o Brasil não deveria estar recebendo um ditador com sangue em suas mãos, que liderou uma eleição fraudulenta e está desenvolvendo armas nucleares para motivos que não podem ser considerados pacíficos."&lt;br&gt;O democrata preside o subcomitê do Congresso americano para o Hemisfério Ocidental e é co-líder do grupo Brasil-Caucus, formado por congressistas que defendem uma intensificação nas relações entre Brasil e Estados Unidos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"O Irã não tem qualquer proposta de paz", avalia Engel. "Não penso que seja possível falar sobre paz com Ahmanidejad. É um erro o Brasil dar credibilidade a ele."&lt;br&gt;O congressista acrescenta, no entanto, que a relação entre Estados Unidos e Brasil não deve sofrer alterações com a visita do presidente iraniano, e mesmo depois da possível viagem de Lula a Teerã em maio do ano que vem.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"Espero que as relações entre os dois países continuem boas, e espero que esta visita não interfira no futuro das políticas do governo brasileiro", diz Engel.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"Mas preciso dizer que não tenho como entender porque o Brasil está recebendo Ahmadinejad de braços abertos e, ao mesmo tempo, critica os Estados Unidos por utilizar bases militares na Colômbia", conclui o congressista democrata.</description>
      <pubDate>Fri, 20 Nov 2009 17:21:00 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2009/11/20/visita+de+lider+do+ira+ao+brasil+divide+opinioes+nos+eua+9136977.html</guid>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Brasil precisa deixar posições claras em diálogo com Irã, diz analista]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2009/11/20/brasil+precisa+deixar+posicoes+claras+em+dialogo+com+ira+diz+analista+9136976.html</link>
      <description>Ao receber a visita do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, na próxima segunda-feira, o Brasil deve deixar claras suas posições e sobre o que vai conversar com o líder iraniano, disse à BBC Brasil o cientista político Amaury de Souza. "Se não ficar claro por que estamos recebendo Ahmadinejad, a posição do Brasil pode ser mal-interpretada", afirma o analista, que é sócio-diretor da MCM Consultores Associados e autor do livro A Agenda Internacional do Brasil: A Política Externa Brasileira de FHC a Lula."Pode parecer que estamos apoiando o que o presidente do Irã pensa e fala."&lt;br&gt;Segundo Souza, o diálogo com Ahmadinejad deve ser feito "dentro de uma estratégia clara", em que o Brasil reafirme ao presidente iraniano suas posições de defesa do Estado de Israel, da democracia e contra a proliferação nuclear.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Ahmadinejad chega ao Brasil em um momento de grande pressão da comunidade internacional para que o Irã abandone seu programa nuclear, por temor de que o país esteja tentando desenvolver armas secretamente. O governo iraniano nega essas alegações e afirma que seu programa é pacífico.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Souza diz que o Brasil, que tem em sua Constituição a proibição de armas nucleares, não pode aceitar uma situação em que outros países desenvolvam armas nucleares.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"Nossas diferenças com o Irã são diferenças de princípio", afirma.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Leia abaixo os principais trechos da entrevista:&lt;br&gt;BBC Brasil - A visita do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, tem dividido opiniões. Alguns analistas dizem que é ruim para a imagem do Brasil no Exterior. O governo afirma que isso mostra independência e que o melhor caminho é o diálogo. O que o senhor acha?         &lt;br&gt;Amaury de Souza - Não há, em princípio, nenhuma objeção ao fato de o Brasil conversar com todos os países, todos os dirigentes. Mas isso tem de ser feito dentro de uma estratégia que seja clara, não apenas para o público doméstico, mas também internacionalmente. Não se aceita se não deixar claro o que está conversando. E, no caso de Ahmadinejad, não está claro.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O Brasil não tem visivelmente interesses muito vitais em relação ao Irã. Exportamos muito para o Irã, mas ainda assim o volume não se compara com o que temos com outros parceiros. Aumentou, mas ainda é pequeno. E, além disso, podemos continuar a exportar para o Irã sem receber o presidente aqui.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O grande problema é que o senhor Ahmadinejad já definiu certas ações contrárias aos interesses brasileiros. Como a repressão à oposição após as eleições (de junho, em que Ahmadinejad foi reeleito). O Brasil tem uma posição constitucional a favor da democracia. Trata-se de um comportamento ofensivo aos valores (brasileiros). Em segundo lugar, Ahmadinejad vem há tempos defendendo uma linha muito radical em relação a Israel e, particularmente, em relação aos judeus, afirmando que não houve o Holocausto. Novamente, é um comportamento ofensivo aos valores e à tradição da política brasileira. Em primeiro lugar, porque Israel é um velho e forte aliado do Brasil. A criação do Estado de Israel foi fortemente apoiada pelo Brasil.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Temos na cultura brasileira a tradição de completo respeito a qualquer etnia e a qualquer religião. Aqui dentro, nos orgulhamos do fato de que judeus e árabes, ou islâmicos e israelitas, vivem em perfeita harmonia. Disso não abrimos mão. Então, a presença do senhor Ahmadinejad, sem estar claro no que interessa aos interesses brasileiros, significa apenas importar conflitos do Oriente Médio para dentro do Brasil. Nos preocupa também a presença do Irã em outros países da América do Sul, como a Venezuela e a Bolívia.&lt;br&gt;&lt;br&gt;BBC Brasil - Mas não há um certo exagero e um uso político das críticas à visita de Ahmadinejad? O próprio chanceler da Europa, Javier Solana, já disse que é bom que o Brasil abra um canal de diálogo com o Irã.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Souza -            (O presidente dos Estados Unidos, Barack) Obama também disse isso. Não tenho nada contra o Brasil abrir um canal de diálogo, mas tem que ser claro. Vamos abrir um canal de diálogo para que? Se é para conseguir um voto para a entrada do Brasil como membro permanente no Conselho de Segurança (da ONU), não precisa vir o presidente aqui. Simplesmente conversando, como vamos ajudar o diálogo de paz?&lt;br&gt;BBC Brasil - Que consequências negativas a visita de Ahmadinejad pode trazer ao Brasil?         &lt;br&gt;Souza - Temos uma população em que judeus e muçulmanos vivem em perfeita harmonia e vamos acabar importando para o Brasil um conflito que não é nosso. Ahmadinejad tem um discurso radical que pode ter consequências internas. Em primeiro lugar, como um insulto à comunidade judaica. Não podemos esquecer que brasileiros morreram na Itália lutando para derrotar o nazismo. Isso tem a ver com a memória brasileira, com a memória dos nossos soldados. O nazismo fez o Holocausto. O governo não pode simplesmente fazer o que passa pela cabeça.&lt;br&gt;&lt;br&gt;BBC Brasil - Quais são os interesses do Irã com essa visita?         &lt;br&gt;Souza - Os interesses são claros. O Irã tem um projeto próprio de poder para o Oriente Médio. Quer se lançar como a principal potência no Oriente Médio. É preciso lembrar que o Irã tem condições muito específicas para reivindicar esse papel. É de longe a cultura com maior tradição de vida política e de liderança dentro do Oriente Médio. No fundo, nada mais é do que o modelo do Império Persa, que antecedeu até mesmo o surgimento do islamismo na península árabe.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Segundo, tem uma força religiosa muito específica. São persas e são todos xiitas, em um Oriente Médio dominado por sunitas. Com o enfraquecimento do Iraque, que sempre foi outro polo de competição política com o Irã, ficou com mais espaço para o seu projeto de se tornar uma potência no Oriente Médio.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Para Ahmadinejad, é importante que possa projetar o prestígio de seu país em outros continentes. Hoje o Irã vive em um quase limbo por causa de sanções da ONU contra seu programa nuclear. Essa é a razão de Ahmadinejad vir ao Brasil, à Bolívia, à Venezuela.&lt;br&gt;&lt;br&gt;BBC Brasil - Como a visita de Ahmadinejad se encaixa na estratégia do Itamaraty de inserção do Brasil no mundo?          &lt;br&gt;Souza - Existe uma estratégia? Não consigo ver qual é. O Itamaraty quer negociar apoio à entrada no Conselho de Segurança? Acha que é capaz de demover o Irã da ideia do desenvolvimento de seu programa nuclear? Acha que tem um papel em mudar a posição do Irã com relação a Israel? Acha que tem poder para fazer tudo isso? Faço perguntas retóricas porque me parece que se é isso que o Itamaraty quer está um pouco longe da sua capacidade. O Brasil nunca foi um ator de qualquer relevância na política do Oriente Médio. A única vez em que desempenhamos um papel mais ou menos importante no Oriente Médio foi quando apoiamos o Iraque na guerra contra o Irã, com o fornecimento de armas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A posição brasileira sempre foi de defesa do Estado de Israel, e essa é uma estratégia e uma tradição brasileira, tem lastro, tem princípios atrás dela. Dentro disso, lutamos pela constituição de um Estado palestino. Lutamos pela paz dentro do Oriente Médio, contra a proliferação nuclear. São valores que o Brasil vem defendendo há décadas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Se Ahmadinejad quer se aproximar do Brasil, tem que saber que nossas posições são essas. Se não, vai parecer aos olhos do mundo que o Brasil está recebendo Ahmadinejad porque as posições que ele defende não são ofensivas para o país. E isso não é verdade. Elas são ofensivas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;BBC Brasil - Em nome do pragmatismo, e com a justificativa da não-interferência em assuntos internos e da importância na manutenção de canais de diálogo, o Brasil tomou atitudes criticadas por grupos de defesa dos direitos humanos. Recebeu políticos acusados de crimes contra os direitos humanos, votou contra sanções duras a governos acusados de crimes contra a humanidade. Não há um limite para esse realismo político?         &lt;br&gt;Souza - O realismo político não pode virar sinônimo de oportunismo. O Brasil tem que ter clareza sobre seus interesses nacionais. A diplomacia só existe para defender os interesses do Brasil. Onde esses interesses estão sendo defendidos, não está claro.&lt;br&gt;&lt;br&gt;BBC Brasil - Há o risco de o feitiço virar contra o feiticeiro?         &lt;br&gt;Souza - O Brasil é interpretado como estando fazendo um gesto em outra direção. Isso tem consequências internas indesejáveis. O Brasil deveria chamar o Ahmadinejad e dizer: "Houve Holocausto sim". Mostrar que aqui não é a casa da sogra.&lt;br&gt;&lt;br&gt;BBC Brasil - O Brasil recebeu, no período de duas semanas, as visitas do presidente de Israel, Shimon Peres, do presidente palestino, Mahmoud Abbas, e agora do presidente do Irã. Há alguma chance de o Brasil realmente se tornar um interlocutor importante nas questões do Oriente Médio?         &lt;br&gt;Souza - Acho difícil. Não temos nenhuma tradição de participação em questões no Oriente Médio. E que poder temos? Que fórum podemos comandar para resolver a situação no Oriente Médio? Me parece um pouco exagerada essa pretensão.&lt;br&gt;&lt;br&gt;É evidente que Israel, ao saber que o presidente do Irã vem ao Brasil, também resolve vir, para deixar claro quais são suas posições. Temos tratado de livre comércio com Israel, mas não com o Irã. Israel é um valioso parceiro para o Brasil. Tem mais que apenas o comércio. Temos um tratado, isso mudo a situação de Israel perante o Brasil.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Se não ficar claro por que estamos recebendo Ahmadinejad, a posição do Brasil pode ser mal-interpretada. Tem consequêncas externas. Pode parecer que estamos apoiando o que o presidente do Irã pensa e fala.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Estamos muito longe do Oriente Médio. É preciso ter certa sobriedade, não achar que estamos no centro do mundo. O Brasil não é um ator tão importante na política mundial. Se compararmos o Brasil não apenas com as grandes potências, mas até mesmo com seus parceiros no Bric (grupo formado por Brasil, Rússia, Índia e China), vemos que sua importância é muito relativa. É preciso ter modéstia.</description>
      <pubDate>Fri, 20 Nov 2009 17:20:00 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2009/11/20/brasil+precisa+deixar+posicoes+claras+em+dialogo+com+ira+diz+analista+9136976.html</guid>
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      <title><![CDATA[Grupo de países pede a Irã que reconsidere proposta nuclear]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2009/11/20/grupo+de+paises+pede+a+ira+que+reconsidere+proposta+nuclear+9136183.html</link>
      <description>Os cinco países integrantes do Conselho de Segurança da ONU - China, Estados Unidos, França, Grã-Bretanha e Rússia - e a Alemanha pediram nesta sexta-feira que o Irã reconsidere a proposta de acordo da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) sobre o programa nuclear iraniano. A proposta, apresentada no mês passado, prevê que 70% do urânio iraniano com baixo grau de enriquecimento seja enviado à Rússia e à França para ser enriquecido e transformado em combustível nuclear, a fim de ser usado no Irã.O plano da AIEA, apoiado pelos principais países do Ocidente, poderia por fim à tensão provocada pelas ambições nucleares de Teerã. O governo iraniano diz que o seu programa nuclear tem fins pacíficos, mas vários países, entre eles os Estados Unidos, temem que ele seja usado para desenvolver armas atômicas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"O Irã não participou de um diálogo intensificado e, em particular, não aceitou uma nova reunião", diz uma nota divulgada pelos seis países após uma reunião de representantes em Bruxelas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"Nós fazemos um apelo ao Irã para que reconsidere a oportunidade oferecida por este acordo (...) e se envolva seriamente conosco em um diálogo e negociações."&lt;br&gt;Sanções         &lt;br&gt;Nesta semana, o ministro das Relações Exteriores do Irã, Manouchehr Mottaki, disse que o país não aceita enviar seu urânio para enriquecimento no exterior, mas aceitaria a possibilidade de trocar o urânio por combustível nuclear dentro do próprio território iraniano.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Isso provocou uma reação negativa de diplomatas ocidentais envolvidos nas negociações com o Irã, embora oficialmente Teerã ainda não tenha rejeitado a proposta da AIEA.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"Eu espero, com certeza, que tenhamos um acordo antes do fim do ano", disse nesta sexta-feira o diretor da AIEA, Mohammed El-Baradei, em uma coletiva em Berlim.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"Eu francamente acredito que está nas mãos do Irã. Eu espero que eles não desperdicem esta oportunidade única, mas breve."&lt;br&gt;Na quinta-feira, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse que Washington e outros países iriam discutir "um pacote" de medidas "potenciais" a serem adotadas por eles se o Irã não aceitasse um acordo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;De acordo com o repórter da BBC Jon Leyne, especialista em assuntos relacionados ao Irã, esse foi um sinal de que os Estados Unidos irão pressionar por novas sanções contra o país persa.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Leyne disse que ninguém quer dizer que as negociações nucleares com Teerã fracassaram, mas a declaração dos seis países ocidentais nesta sexta-feira é mais um sinal de que elas não são promissoras.</description>
      <pubDate>Fri, 20 Nov 2009 16:24:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[Lula diz que palestinos não precisam de 'soluções mágicas']]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2009/11/20/lula+diz+que+palestinos+nao+precisam+de+solucoes+magicas+9136069.html</link>
      <description>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu nesta sexta-feira a visita do presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas, em Salvador e defendeu a "persistência" como o melhor caminho na busca por paz e estabilidade no Oriente Médio. "O Brasil acredita que não se chegará ao entendimento por meio da exclusão e do isolamento", afirmou Lula."Como tive oportunidade de dizer ao presidente (de Israel) Shimon Peres, não precisamos inventar soluções mágicas para a questão palestina."&lt;br&gt;"A paz justa e duradoura na região depende do estabelecimento de um Estado palestino próspero, coeso e sem restrições, que garanta a segurança de Israel e que tenha seus direitos e os de sua população respeitados", acrescentou.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Abbas visita o Brasil uma semana depois do presidente de Israel, Shimon Peres, e em um momento de impasse na retomada das negociações de paz no Oriente Médio.&lt;br&gt;&lt;br&gt;No último domingo, o negociador-chefe palestino, Saeb Erekat, anunciou que pedirá ao Conselho de Segurança da ONU que reconheça um Estado palestino independente.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Nesta semana, logo após o anúncio do plano palestino de uma declaração unilateral de independência, Israel autorizou a construção de mais 900 casas no assentamento de Gilo, que fica em território ocupado, reivindicado pela Autoridade Palestina, em Jerusalém Oriental.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Após se reunir com Abbas, Lula afirmou que a expansão dos assentamentos israelenses na Cisjordânia deve ser congelada e que as fronteiras do futuro Estado palestino devem ser preservadas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O presidente defendeu ainda que os palestinos tenham maior "liberdade de circulação nos territórios ocupados" e disse que a situação humanitária na Faixa de Gaza é "insustentável".&lt;br&gt;&lt;br&gt;Apoio         &lt;br&gt;No encontro desta sexta-feira com Abbas, Lula também reafirmou o interesse do Brasil em participar da "construção" da paz entre israelenses e palestinos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"Estou convencido de que o processo de paz se beneficiará da contribuição de outros países, além dos que tradicionalmente estiveram envolvidos", disse o presidente.&lt;br&gt;&lt;br&gt;As declarações de Lula foram bem recebidas pelo presidente palestino. Abbas disse que o brasileiro tem "respeito e admiração internacional" e que seu apoio ao processo de paz é "bem-vindo".&lt;br&gt;&lt;br&gt;Durante a reunião em Salvador, os dois presidentes também assinaram um protocolo de intenções para cooperação técnica em diversas áreas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O líder palestino agradeceu o apoio econômico, humano e político que o Brasil tem oferecido e elogiou a "grande experiência" do país na convivência pacífica de diferentes povos "sem olhar cor, sexo ou religião".&lt;br&gt;&lt;br&gt;Após deixar Salvador, o presidente palestino visita Porto Alegre, onde se reúne com a comunidade palestina no Rio Grande do Sul - a maior do Brasil. Depois, segue para a Argentina.</description>
      <pubDate>Fri, 20 Nov 2009 14:54:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[Fifa nega pedido da Irlanda de novo jogo contra França]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2009/11/20/fifa+nega+pedido+da+irlanda+de+novo+jogo+contra+franca+9136046.html</link>
      <description>A Fifa rejeitou o pedido da Associação de Futebol da Irlanda para que a partida contra a França, valendo vaga na Copa do Mundo de 2010, na África do Sul, fosse disputada novamente. Na quarta-feira, a Irlanda empatou com a França em 1 a 1.No lance do gol da França, o jogador Thierry Henry conduziu a bola com a mão, gerando indignação dos jogadores irlandeses.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A França conquistou a vaga para a Copa do Mundo, já que a equipe havia vencido a Irlanda no fim de semana.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Nesta sexta-feira a Fifa declarou que o juiz da partida considerou o gol legal e que, de acordo com as leis do futebol, a decisão do juiz é a decisão final.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Além de a Fifa ter rejeitado o pedido, a Federação de Futebol da França também informou que não iria defender a realização de uma nova partida.&lt;br&gt;&lt;br&gt;No entanto, o próprio atacante responsável pelo polêmico gol, Thierry Henry, afirmou que um novo jogo entre França e Irlanda "seria a solução mais justa".&lt;br&gt;&lt;br&gt;Cobertura         &lt;br&gt;O incidente atraiu muita atenção da imprensa de todo o mundo, mas Henry, que admitiu depois do jogo o toque de mão deliberado que levou ao gol da França, esperou até esta sexta-feira para divulgar sua declaração sobre o ocorrido.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"Claro que a solução mais justa seria disputarmos de novo o jogo, mas isto eu não posso decidir", afirmou.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"Naturalmente fico constrangido pela forma com que vencemos e sinto muitíssimo pelos irlandeses, que definitivamente merecem ir para a África do Sul", afirmou o jogador de 32 anos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Mas, Henry afirmou que não trapaceou ao conduzir a bola com a mão e acrescentou que seu movimento foi apenas "instintivo".&lt;br&gt;&lt;br&gt;Não há nenhum precedente de a Fifa determinar a realização de um novo jogo por causa do erro de um juiz durante a partida.</description>
      <pubDate>Fri, 20 Nov 2009 14:24:00 -0300</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Pesquisadores franceses criam pele com células-tronco humanas]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2009/11/20/pesquisadores+franceses+criam+pele+com+celulas+tronco+humanas+9135972.html</link>
      <description>Pesquisadores franceses afirmaram ter descoberto uma forma de usar células-tronco embrionárias humanas para criar pele nova, que poderia ser usada em vítimas de queimaduras graves. De acordo com os pesquisadores do Instituto de Terapia com Células-Tronco de Evry, na França, as células-tronco podem ser cultivadas e transformadas em pele em 12 semanas.Esta pele de células-tronco poderia resolver os problemas de rejeição que os pacientes com queimaduras sofrem atualmente.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Christine Baldeschi, que liderou o estudo, afirmou que os resultados são promissores.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A pesquisadora disse que a nova técnica poderá levar à criação de um "recurso ilimitado para a substituição temporária da pele em pacientes com grandes queimaduras, que aguardam enxertos".&lt;br&gt;&lt;br&gt;A pesquisa foi publicada na revista especializada Lancet.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Desenvolvimento embrionário         &lt;br&gt;A técnica francesa copiou as etapas que levam à formação da pele durante o desenvolvimento embrionário.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os estudiosos colocaram as células em uma rede artificial que ajudou estas células a formarem uma camada de pele.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Esta pele foi enxertada em cinco camundongos e, 12 semanas depois, apresentava uma estrutura compatível com a da pele humana.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os pesquisadores agora planejam testar a nova técnica com pacientes humanos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Atualmente, pacientes com queimaduras graves podem ser tratados com o uso de uma técnica que cultiva pele nova usando células da pele do próprio paciente.&lt;br&gt;&lt;br&gt;No entanto, o cultivo desta nova pele demora três semanas, e o paciente fica exposto ao risco de infecções e desidratação.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Pele de cadáveres é usada durante este período para cobrir as queimaduras, mas a disponibilidade é limitada e geralmente esta pele é rejeitada pelo sistema imunológico do paciente.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Outro método que já foi tentado envolve o uso de redes artificiais nas quais as células podem ser cultivadas, mas esta técnica não funciona em grandes queimaduras. Há também o aumento do risco de rejeição e transmissão de doenças, já que esta técnica usa material de vacas e outras pessoas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Holger Schluter, do Centro de Estudo do Câncer Peter MacCallum em Melbourne, Austrália, afirmou que o estudo francês é um progresso.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"Esta descoberta sugere que a pele derivada de células-tronco embrionárias pode ser transplantada para pacientes com queimaduras que esperam enxertos de pele, com um risco reduzido de rejeição", afirmou.</description>
      <pubDate>Fri, 20 Nov 2009 13:05:00 -0300</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Escolha de presidente e chanceler da UE recebe críticas]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2009/11/20/escolha+de+presidente+e+chanceler+da+ue+recebe+criticas+9135101.html</link>
      <description>A nomeação do primeiro presidente do Conselho Europeu e do Alto Representante para Política Exterior da União Europeia foi alvo de críticas de muitos diplomatas e de parte da imprensa europeia, que consideram que os eleitos têm pouca experiência e peso político para os cargos que deverão ocupar. Na quinta-feira os governantes dos 27 países do bloco decidiram, por unanimidade, dar a Presidência ao atual primeiro-ministro belga, Herman Van Rompuy, e a chefia da diplomacia do bloco à atual comissária de Comércio, a britânica Catherine Ashton.Ambos cargos foram criados pelo Tratado de Lisboa com o objetivo de "dar uma voz mais forte à UE no cenário internacional", mas tanto Van Rompuy como Ashton são vistos como políticos formadores de consenso, não de liderança.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Para o deputado europeu Daniel Cohn-Bendit, líder do Partido Verde francês, a UE "chegou ao fundo do poço" com a nomeação de "um presidente do Conselho insosso e um Alto Representante insignificante".&lt;br&gt;&lt;br&gt;Mas o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, defende que "não poderia haver melhor opção" para liderar a UE.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os Estados Unidos disseram que ambas as nomeações fortalecerão a parceria com a Europa.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Diplomatas de vários países, falando sob condição de anonimato, afirmaram que a escolha foi impulsionada pela França e Alemanha, que não queriam ver nessas importantes posições líderes que pudessem fazer sombra aos governos nacionais.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Entre os nomes apontados para o cargo de presidente da UE estava o ex-premiê britânico Tony Blair.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Em troca do apoio ao belga e à britânica, os dois governos estariam agora negociando importantes carteiras no Executivo europeu para seus novos comissários.&lt;br&gt;&lt;br&gt;'Discreto'         &lt;br&gt;A ideia de que a UE preferiu optar por políticos que teriam menos peso acabou sendo sublinhada por declarações do próprio Van Rompuy, que em seu discurso de agradecimento prometeu ser um presidente "discreto" e "ouvir todos e todas as opiniões".&lt;br&gt;&lt;br&gt;Economista de formação, o democrata-cristão Van Rompuy tem como mérito ter tirado a Bélgica de uma crise política sem precedentes ao assumir como primeiro-ministro há dez meses, depois de três tentativas frustradas de seu companheiro de partido Yves Leterme.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"Toda minha vida política tem sido marcada pela busca do entendimento e do respeito tanto de adversários como de parceiros. Pretendo continuar pelo mesmo caminho", disse.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Como presidente europeu, Van Rompuy representará os quase 500 milhões de cidadãos do bloco nas negociações internacionais e presidirá as cúpulas de chefes de Estado e de governo lado a lado com o presidente de turno da UE, uma figura que será mantida.&lt;br&gt;&lt;br&gt;'Tranquila'           &lt;br&gt;Por sua parte, a trabalhista Ashton disse que pretende exercer uma "diplomacia tranquila" à frente do novo serviço diplomático da UE, que acumula as funções de Alto Representante, comissária de Relações Exteriores e vice-presidente do Executivo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Também formada em economia, a atual comissária britânica responsável por Comércio é elogiada em Bruxelas por ter concluído com sucesso importantes negociações com a Coreia do Sul e com os Estados Unidos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Mas seus críticos alegam que ela só foi nomeada por ser britânica e mulher, o que serviu para conquistar o apoio da Grã-Bretanha à designação de Van Rompuy e para satisfazer a insistência de diversas personalidades da UE para que um dos altos cargos fosse reservado a um representante do sexo feminino.</description>
      <pubDate>Fri, 20 Nov 2009 11:12:00 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2009/11/20/escolha+de+presidente+e+chanceler+da+ue+recebe+criticas+9135101.html</guid>
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