Audiência Nacional espanhola julga autores de atentado que matou equatorianos

Madri, 3 mai (EFE).- A Audiência Nacional espanhola julga desde hoje os supostos terroristas Mattin Sarasola, Mikel San Sebastián e Igor Portu, acusados de perpetrar um atentado no aeroporto de Madri-Barajas no dia 30 de dezembro de 2006, no qual morreram dois cidadãos equatorianos.

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Madri, 3 mai (EFE).- A Audiência Nacional espanhola julga desde hoje os supostos terroristas Mattin Sarasola, Mikel San Sebastián e Igor Portu, acusados de perpetrar um atentado no aeroporto de Madri-Barajas no dia 30 de dezembro de 2006, no qual morreram dois cidadãos equatorianos. O promotor pede 900 anos de prisão para os três supostos membros do bando terrorista ETA, assim como que indenizem os familiares de Carlos Alonso Palate e Diego Armando Estacio com 500 mil euros (cerca de US$ 660 mil) por cada um dos mortos. Os três supostos membros da ETA são acusados de dois delitos de assassinato terrorista, 41 de tentativa de assassinato e um de estragos terroristas. Por estes fatos também são processados o ex-chefe militar da ETA Garikoitz Aspiazu, "Txeroki"; e Joseba Aranibar, "Basurde"; que, junto com os três acusados, integrava o "comando Elurra" formado em 2002. Em 30 de dezembro de 2006 a ETA colocou uma caminhonete-bomba no estacionamento da Terminal 4 do aeroporto de Madri-Barajas. Estacio e Palate morreram soterrados sob os escombros de um dos módulos do estacionamento desse terminal do aeroporto, onde tinham ido para pegar parentes e amigos que chegavam do Equador. Sua morte aconteceu após um ano e meio sem atentados fatais da ETA e representou o final de fato da trégua que a organização tinha anunciado nove meses antes. EFE rbf/ma

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