Após queda de Rossi, Grupo Ourofino rebate acusações

Apontada como pivô da queda de Wagner Rossi, empresa contesta acusações de favorecimento do ministério

AE |

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Apontado como um dos pivôs da queda do ex-ministro da Agricultura, Wagner Rossi (PMDB), o Grupo Ourofino publicou hoje, em jornais do País, um informe publicitário no qual contesta acusações de favorecimento do poder publico à companhia.

A empresa do setor de saúde animal, com sede e unidade industrial em Cravinhos (SP) nega, no anúncio que tenha recebido como doação o terreno de sua unidade em Uberaba (MG). "A área foi comprada da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais", informa.

A empresa refuta ainda favorecimento do governo federal no processo de aprovação de sua vacina contra a febre aftosa, cuja produção foi liberada no ano passado. "Todos os trâmites legais para a produção e comercialização da vacina contra a febre aftosa foram seguidos", informa.

"Além da Ourofino, outra empresa do setor também conseguiu a autorização necessária para comercializar a vacina contra a aftosa na mesma ocasião", completou. O Grupo Ourofino reafirma que contribuiu para a campanha do deputado estadual Baleia Rossi (PMDB), filho do ex-ministro, "da mesma forma que forma que fez para vários outros candidatos e partidos".

As doações foram, de acordo com a companhia, "efetuadas na forma da lei". Por fim, a empresa informa ainda que a produtora de vídeo da família do ex-ministro trabalha para o grupo há 10 anos e é uma das contratadas para a realização de vídeos institucionais. Além das acusações de favorecer o Grupo Ourofino, o ex-ministro da Agricultura admitiu ter viajado de carona em um avião da companhia, o que ele e a empresa admitiram.

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