http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/11/11/ministerio+de+minas+e+energia+diz+que+apagao+atingiu+18+estados+brasileiros+9066023.htmlatingiu 18 Estados do País na noite de terça-feira deixou muitos paulistanos na mão. Alguns comerciantes tiveram prejuízo, mas outros conseguiram driblar a falta de energia. Pais e filhos que não conseguiam se comunicar passaram por momentos de medo e preocupação." / http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/11/11/ministerio+de+minas+e+energia+diz+que+apagao+atingiu+18+estados+brasileiros+9066023.htmlatingiu 18 Estados do País na noite de terça-feira deixou muitos paulistanos na mão. Alguns comerciantes tiveram prejuízo, mas outros conseguiram driblar a falta de energia. Pais e filhos que não conseguiam se comunicar passaram por momentos de medo e preocupação." /

Paulistanos calculam prejuízo e contam como superaram o blecaute

SÃO PAULO ¿ O blecaute que http://ultimosegundo.ig.com.br/apagao/2009/11/11/ministerio+de+minas+e+energia+diz+que+apagao+atingiu+18+estados+brasileiros+9066023.htmlhttp://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/11/11/ministerio+de+minas+e+energia+diz+que+apagao+atingiu+18+estados+brasileiros+9066023.htmlatingiu 18 Estados do País na noite de terça-feira deixou muitos paulistanos na mão. Alguns comerciantes tiveram prejuízo, mas outros conseguiram driblar a falta de energia. Pais e filhos que não conseguiam se comunicar passaram por momentos de medo e preocupação.

Nara Alves, iG São Paulo |

O proprietário do restaurante Prainha, Arcindo Jesus, calcula que perdeu mais de 70% de seus clientes na noite de terça-feira. Em um dia normal, o local, um dos mais tradicionais da região da avenida Paulista, receberia 1.500 pessoas. Os clintes foram para casa mais cedo. Além disso, a chopeira é elétrica e não funciona sem energia, lamenta.


Arcindo: prejuízo de 70% do faturamento da noite / iG

"Também não conseguíamos emitir a nota eletrônica e a nota paulista. Todos os produtos têm que sair com a nota e a Receita Federal não aceita a nota manual, acrescenta. Os transtornos não ocorreram apenas na noite de terça. Na manhã desta quarta-feira, toda a equipe teve de fazer um mutirão para limpar as instalações. Geralmente, a faxina é feita durante madrugada.

Nara Alves, do Último Segundo
Alguns estacionamentos da avenida Paulista tiveram de fechar algumas horas antes, como aconteceu com a empresa onde o gerente Alexandre Araújo trabalha. Ele conta que cerca de 20 carros deixaram de estacionar no local por conta do apagão. Até que não tivemos muito dano porque o movimento cai bastante depois das 22h, afirma.

Já o vendedor Wilson Marques da Cruz escapou de qualquer prejuízo. Cruz vende musses na porta do Metrô Vila Madalena, na zona oeste de São Paulo e depende de sua geladeira para manter o produto em boas condições. O vendedor desligou o eletrodoméstico assim que a energia começou a oscilar.

Nara Alves, do Último Segundo
Wilson
Wilson na porta do Metrô
Deixei o rádio ligado no último volume para não dormir e poder religar a geladeira assim que voltasse a energia, relata. Segundo o vendedor, que é radialista por formação, se a luz não tivesse voltado em até cinco horas, o dano seria de cerca de R$ 500.

Outra comerciante que ficou aflita, mas não teve prejuízo, foi Iracema Nascimento. Ela é proprietária de uma sorveteria na estrada M. Boi Mirim, no Parque do Lago, Jardim Ângela, na zona sul da capital. A pequena empresária mantém em seu freezer mais de 700 palitos de picolé e cinco caixas de 10 litros de sorvete cada. Ainda bem que a energia voltou rápido porque o freezer aguenta até 6 horas, explica. Caso o blecaute demorasse mais, Iracema teria de amargar um prejuízo de R$ 1.500, o equivalente a um mês de seu trabalho.

Preso no elevador

A coordenadora de treinamentos Marisa Massaro estava em casa quando a luz acabou. Marisa estava sozinha em casa com sua filha pequena e ficou preocupada com o marido, que estava no trabalho. Tentou ligar, mas não conseguiu. A preocupação de Marisa foi amenizada quando soube que o problema não acontecia apenas em seu prédio. Fiquei sabendo porque eu tenho um radinho de pilha em casa. Depois, liguei o notebook e me conectei à internet com um modem externo, diz.

Marisa só ficou sabendo o que houve de fato com seu marido depois de meia-noite, quando ele chegou a casa. Ele ficou preso no elevador do prédio, na Paulista, diz, aliviada.

Nara Alves, do Último Segundo
Bruna
Bruna Barduco, de 15 anos
A estudante Bruna Barduco, de 15 anos, lembra que ficou com medo quando as luzes começaram a piscar na casa onde estava, de uma amiga, no Jaraguá, zona norte da cidade. Meus pais ficaram preocupados porque os celulares deles estavam sem sinal e o telefone fixo, sem fio, não funcionava. Então, como eles sabiam que eu não ia voltar pra casa sozinha, foram atrás de mim e me buscaram, conta.

Com medo, pessoas se apressam para voltar para casa:

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