Apagão não aumentou criminalidade no Rio, diz Beltrame

Apesar da onda de boatos em telefonemas aos batalhões da Polícia Militar, o Rio não registrou nenhuma ocorrência grave durante o apagão. O retorno da Polícia Militar e da Polícia Civil é que não tivemos nada mais sério em função da ausência de luz.

Agência Estado |

A nossa única atitude foi colocar o máximo de viaturas nas ruas para minimizar qualquer ato indesejável", declarou o secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame.

O secretário negou que tenham ocorrido arrastões no Maracanã e em outras regiões da cidade. Segundo ele, não houve a necessidade de convocação de policiais de folga. Nas áreas turísticas, muitos visitantes e cariocas permaneceram nos bares, mas alguns restaurantes da orla de Copacabana fecharam mais cedo por dificuldades operacionais devido ao blecaute.

Beltrame afirmou que as ocorrências mais graves, como a família feita como refém em assalto na zona norte e o sequestro de um ônibus na Avenida Brasil, ocorreram antes do apagão e não foram facilitadas pelo blecaute.

Por determinação do governador Sérgio Cabral Filho, o Batalhão de Operações Especiais (Bope) e o Batalhão de Choque fizeram comboios pelas principais vias expressas até a manhã, de acordo com a PM. Nenhuma ocorrência grave ou confronto com assaltantes foi registrada.

A Guarda Municipal também foi mobilizada por causa da pane nos sinais de trânsito. Os agentes encontraram uma carteira com R$ 1.410 no Largo do Machado, na Zona Sul do Rio, apagão, por volta das 22h40. A carteira - que tinha ainda 14 cartões de crédito e débito, além de talões de cheque, uma aliança de ouro e documentos - foi devolvida à sua dona na manhã de ontem na base da GM, em Botafogo (Zona Sul).

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