Apagão não aumentou criminalidade em SP, diz PM

Levantamento da Polícia Militar (PM) feito ontem à noite, durante parte do período que durou o apagão que atingiu 12 Estados do País, mostrou que não houve aumento da criminalidade na capital paulista. Foram registradas até a meia-noite cerca de 5.

Agência Estado |

400 ocorrências, abaixo da média diária computada pela PM, que, afirmou, gira em torno de seis mil por dia.

Ainda de acordo com o relatório da corporação, a média de chamadas ao 190 na capital, entre as 22 horas e 23 horas, é de mil ligações. Somente na primeira hora do apagão o Comando de Operações da PM (Copom) recebeu 2.400 ligações, sendo, em sua maioria, pedidos de informações da população. Segundo a corporação, a maior parte dessas ocorrências registradas ontem foram de pequenos acidentes de trânsito e de pessoas presas em elevadores atendidas pelos Bombeiros.

A PM informa que garantiu a segurança em todo o Estado de São Paulo apesar do apagão, e o serviço de atendimento 190 funcionou normalmente, tanto para receber as ligações da população quanto para garantir a comunicação entre as viaturas nas ruas. Houve reforço no policiamento, sendo que o efetivo policial que deixaria o serviço entre as 22 horas e 23 horas permaneceu como força reserva. A tropa de choque também ficou de prontidão para qualquer acionamento.

O patrulhamento foi reforçado nas estações do metrô e terminais de ônibus, além do apoio à Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) em determinados cruzamentos, devido à falta de sinalização. Não houve nenhum registro de quebra da ordem pública no Estado. A PM trabalhou em conjunto com a CET, Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), Companhia do Metropolitano (Metrô) e São Paulo Transportes S/A (SPTrans) para minimizar os transtornos do apagão, ocorrido por volta das 22 horas até próximo das 4 horas.

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