Barcelona, 10 mai (EFE).- As análises completas realizadas no nódulo retirado do pulmão do rei Juan Carlos da Espanha descartam definitivamente a presença de células malignas e confirmam sua origem inflamatória crônica, segundo o último boletim médico.

Barcelona, 10 mai (EFE).- As análises completas realizadas no nódulo retirado do pulmão do rei Juan Carlos da Espanha descartam definitivamente a presença de células malignas e confirmam sua origem inflamatória crônica, segundo o último boletim médico. Segundo o comunicado do hospital onde o monarca está internado desde sábado, o rei Juan Carlos evolui de forma "plenamente satisfatória" da cirurgia. Ao longo do dia, segundo o relatório dos médicos, o rei passeou pelo andar de seu quarto no hospital e recebeu diversas visitas de familiares, entre elas a da rainha Sofía e a da infanta Cristina, e outras de caráter institucional. O boletim da equipe médica informa que as análises anatomopatológicas concluídas descartam de forma definitiva a presença de células malignas no nódulo retirado e confirmam a origem inflamatória crônica granulomatosa sobre uma antiga lesão cicatricial fibrosa e calcificada. O rei Juan Carlos, de 72 anos, passou por uma cirurgia no sábado, realizada por uma equipe médica dirigida pelo chefe de Cirurgia torácica do Hospital Clinic de Barcelona, Laureano Molins López-Rodo. EFE saf/pd

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