Advogado de Silval aponta `desespero¿ de adversários

Afirmação de Anis Faiad é uma resposta ao pedido de cassação de governador reeleito por compra de votos

Kelly Martins, iG Cuiabá |

O coordenador jurídico da campanha do governador reeleito Silval Barbosa (PMDB), Francisco de Anis Faiad, garante que as acusações que pesam contra o governador representam o “desespero” de quem não conseguiu vencer o primeiro turno da eleição.

Faiad condena o que chamou de exageros e absurdos para tumultuar o processo eleitoral onde o atual governador se sagrou vencedor com 51% dos votos válidos.

“Isso é querer ganhar no tapetão. Mas, não estamos com medo”, ressaltou ao mencionar as representações protocoladas pelos adversários na disputa ao governo Mauro Mendes (PSB) e Wilson Santos (PSDB) no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT).

Faiad disse que está analisando uma a uma, apresentado as defesas e demonstrando que as mesmas não se sustentam e foram feitas apenas para criar um clima perante o eleitorado que é bombardeado de informações.

Lembra que a intenção dos candidatos derrotados é atribular a gestão pública criando um clima de incerteza que foge aos princípios do bom combate.

O advogado afirma que todas as denúncias formuladas pela oposição foram justamente para tumultuar o processo eleitoral e tentar arrastar a disputa para o 2º turno, o que não aconteceu.

Destaca que não acredita que algumas das ações poderá culminar na cassação dos mandados de Silval Barbosa e do vice-governador Chico Daltro (PP), mesmo diante do parecer do Ministério Público Eleitoral (MPE) pela cassação dos mandados de ambos por compra de votos.

A manifestação foi feita ontem pelo procurador eleitoral Tiago Lemos ao analisar uma ação de captação ilícita de sufrágio durante um evento religioso que contou com a participação de Silval e Daltro.

O processo eleitoral de 2010 já se encerrou no Estado, mas 16 processos de investigação ainda continuam em tramitação no TRE-MT. Destes, oito são contra o governador reeleito.

A previsão do presidente do Tribunal desembargador Rui Ramos é de que todos sejam julgados até 16 de dezembro, conforme determina a legislação eleitoral.

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