Em campanha em Florianópolis, petista destacou ter orgulho de fazer parte de projeto que tirou 36 milhões da pobreza

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A presidente Dilma Rousseff, que concorre à reeleição pelo PT, afirmou nesta sexta-feira (17) que defende o crescimento de todos os setores sociais e econômicos, destacou ter orgulho de fazer parte de um projeto que tirou 36 milhões de pessoas da miséria e criticou duramente os tempos do PSDB no comando do país.

"Diante da urna vamos cotejar quem deu o que para o Brasil", disse Dilma, que disputa o segundo turno com o candidato do PSDB, Aécio Neves. "Nós não estamos aqui comparando abstrações, não estamos aqui comparando sonhos. Estamos aqui comparando o que de concreto ocorreu no Brasil."

Em agenda de campanha em Florianópolis, Dilma Rousseff (PT) voltou a atacar o adversário Aécio e seu partido, o PSDB
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Em agenda de campanha em Florianópolis, Dilma Rousseff (PT) voltou a atacar o adversário Aécio e seu partido, o PSDB


"O PSDB cria o desemprego porque acha que precisa fazer ajustes, reduzindo empregos e salários. Eu crio empregos e melhoro salários", acrescentou a presidente durante campanha em Florianópolis.

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"Criando empregos e melhorando salários, a gente abre a possibilidade de todos crescerem. No meu governo, todas as classes sociais melhoraram."

A presidente explorou o fato de Aécio ter indicado Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central no governo do tucano Fernando Henrique Cardoso, para o Ministério da Fazenda caso seja eleito. Segundo Dilma, Armínio encerrou sua gestão com as "maiores taxas de juros da história". "Ninguém conseguia comprar a prazo", completou.

Para ela, os governos do PT contruíram "um outro Brasil", mas há muito a fazer. "Esse outro Brasil ainda tem muito a percorrer, tem imenso espaço a desenvolver", disse.

Na região Sul do País, a presidente está bem atrás de Aécio, segundo o Datafolha. Lá a petista tem 34% das intenções de voto contra 53% do tucano. Em todo o País, os dois estão em empate técnico, com vantagem numérica para o tucano: 45% a 43%.


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