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Em 100 dias, a família Obama vira coqueluche mundial

Multidão em delírio, fotos de torso nu numa revista, uma imprensa mundial que baba diante de Bo, o cãozinho da Casa Branca: em http://ultimosegundo.ig.com.br/100_dias_de_obama/ target=_topcem dias, a família Obama tornou-se a coqueluche do planeta.

Redação com AFP |

Desde a chegada dos Obama à Casa Branca , no dia 20 de janeiro, a chamada "Obamania" não se arrefeceu; parece, ao contrário, ter subido de tom.

Pré-adolescentes penduram nas paredes dos quartos posters das meninas de Obama, Malia, 10 anos, e Sasha, 7 anos, sonhando com um "sleepover" - um convite para dormir - na Casa Branca ou ainda uma declaração de "BFFL" para "best friends for life".


Família Obama, com o cachorrinho Bo, é a sensação mundial / AP

As revistas brigam para publicar fotos do casal presidencial. "É a volta do Camelot", dizem, em referência ao nome dado no passado à vida levada por John F. Kennedy e Jackie na Casa Branca, considerada a época dourada da presidência americana.

Mas, ao contrário dos Kennedy, os Obama vêm de famílias comuns da classe média.

"Washington vive verdadeiramente uma idade de ouro. Os Obama trouxeram muita energia e entusiasmo à cidade nos últimos meses", comenta Garrett Graff, correspondente político de Washingtonian , uma revista que acaba de publicar uma foto do presidente em calção de banho.

A foto traz como legenda "Our new neighbor is hot" e faz parte da edição de maio, de um dossiê intitulado "26 motivos para gostar de viver aqui". Barack Obama é o motivo número dois. Foi tirada no Havaí pouco após a eleição presidencial: vê-se nela um presidente americano de corpo atlético, vestido com um calção vermelho, óculos de sol.


Capa da "Washingtonian" gerou polêmica na última semana / AFP

Não precisava mais nada para inflamar os americanos. "Entre os e-mails, telefonemas, comentários nos blogs (...) as reações chegaram a centenas", explica o repórter político da revista, Garrett Graff.

"Os comentários foram inúmeros: um grande número de pessoas achava que era uma verdadeira celebração do presidente, outras não estavam de acordo", conta ele.

Isto não tem nada de chocante segundo Graff: "tentamos captar (...) o que tinha de simpático nele para estar aqui neste momento", disse.

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